Maíra Machado

Para potencializar turismo, prefeitura de Lunardelli estabelece parceria com a Unicentro

A Unicentro está sempre pensando em formas de compartilhar os serviços da instituição para a comunidade de Guarapuava e de Irati, e também das cidades das regiões centro-sul e centro-oeste do Paraná. Exemplo disso é a parceria que a universidade fechou com o município de Lunardelli, visando o desenvolvimento de projetos que incentivem o turismo local. As ações conjuntas tiveram início nesse mês de agosto e devem ser finalizadas em maio do próximo ano. Elas envolvem os cursos de Comunicação e Geografia da Unicentro.

“Tentar, de uma forma planejada, potencializar esse turismo religioso que eles têm e associá-lo ao turismo ecológico, buscando que os peregrinos que visitam a cidade não cheguem apenas no domingo. Além disso, mesmo do ponto de vista do turismo religioso existem alguns potenciais, algumas relíquias que não estão sendo bem expostas para os peregrinos”, destaca o professor do Departamento de Geografia da Unicentro Maurício Camargo.

Segundo o professor do Departamento de Comunicação Marcio Fernandes, o bom desempenho da Unicentro em diversos tipos de projetos que dão suporte às comunidades foi um atrativo para que Lunardelli buscasse a universidade para fechar essa parceria. “O prefeito da cidade percebeu que precisava de um uma instituição de peso, com conhecimento técnico, com conhecimento científico e acostumada a trabalhar com as comunidades, que é o caso da Unicentro. A universidade tem essa expertise, tem essa disposição, esse interesse em dialogar com as comunidades, com as sociedades”.

O projeto pretende ampliar os pontos turísticos e até mesmo criar uma relação com a cidade de Cassia, na Itália, onde viveu a missionária Santa Rita de Cassia, que dá nome ao Santuário do município de Lunardelli. “Uma visita a Cassia, na Itália, para nós estabelecermos um contato mais estreito com o município e a igreja de lá”, destaca o professor Maurício Camargo. “É um processo de aproximação, para que em maio do ano que vem a gente também possa ter uma delegação italiana, de lideranças religiosas e civis, em visita a cidade de Lunardelli. Fazer esse processo de aproximação no sentido de torná-las, pelo menos no aspecto da vocação religiosa, cidades irmãs”, finaliza o professor Marcio.

Professor da Unicentro recebe prêmio por pesquisa em genômica do câncer

Um importante passo para entender melhor os aspectos que impactam na progressão do câncer de cabeça e de pescoço. É assim que o professor do Departamento de Medicina da Unicentro David Livingstone Alves Figueiredo define a pesquisa desenvolvida por ele e apresentada no 27. Congresso Brasileiro de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. A investigação, explica o professor, evidenciou que a partir do silenciamento de genomas encontrados em linhagens celulares de câncer de cabeça e pescoço é possível uma neutralização da proliferação de colônias de células que ajudam no avanço dos tumores.

“Nós pegamos linhagens celulares de câncer de cabeça e pescoço e vimos que os mesmos genes estavam expressos também nelas. Aí, a gente fez um silenciamento daquele gene na linhagem celular, inativou aquele gene e observamos, então, quando que, como consequência, o crescimento celular foi alterado. Ou seja, percebemos que a proliferação daquelas colônias de células diminuiu, mostrando claramente que esses genes têm um papel na progressão do tumor”, detalha David.

A relevância dos resultados da pesquisa desenvolvida pelo professor David foi também reconhecida pela organização do encontro científico. Mérito que rendeu ao docente da Unicentro o prêmio de melhor artigo apresentado no Congresso Brasileiros de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Para o docente, a premiação é uma evidência de que é possível desenvolver estudos pertinentes e de qualidade mesmo estando distante dos grandes polos de pesquisa. “Eu acho que a grande sacada é que a gente pode fazer pesquisa de qualidade aqui, estando em Guarapuava. A cidade pode e deve ter um centro de pesquisa em genoma. Esse deve ser um objetivo que a gente deve buscar”.

As pesquisas oncogenômicas são desenvolvidas, segundo o professor David, por um grupo de professores da Unicentro que, em conjunto, estão trabalhando pela instalação de um instituto de pesquisas na área em Guarapuava. “Nós já temos conversado com algumas pessoas da cidade, já estamos costurando a construção de um instituto que trabalhe pesquisa em genômica do câncer e genômica geral. Talvez, criar alguma coisa inédita no Paraná, um centro multifuncional que possa trabalhar oncogenômica e genômica em geral”, finaliza.

Campanha eleitoral começa nessa quarta-feira na Unicentro

 

No mês que vem, a comunidade universitária vai às urnas para escolher os próximos dirigentes da Unicentro. Duas chapas concorrem a reitoria e as direções dos três campi universitários – “Dialogar, Construir e Agir” e “Unicentro Viva”. A campanha eleitoral inicia nessa quarta-feira, 14, e segue até o dia 16 de setembro. Durante esse período, os candidatos podem promover atividades de divulgação de propostas, desde que essas ações não interfiram no andamento da instituição.

“É permitida a conversa com os eleitores nesse período. Os candidatos podem conversar com os alunos em sala de aula desde que tenham autorização dos professores para entrar e apresentar suas propostas. Podem conversar com os professores e funcionários desde que agendem esses horários com as chefias de departamentos, com as chefias dos setores. Então, essa conversa é possível até o dia 16 de setembro. A parte da divulgação por panfletos também é possível. Faixas. O que não é possível são propagandas que atrapalhem a passagem. Então, a campanha vai ser permitida desde que não atrapalhe o bom andamento das atividades normais pedagógicas”, explica a presidente da Comissão Eleitoral, professora Luciene Leineker.

De acordo com a professora Luciene, a realização de debates também é permitida desde que passe por apreciação e autorização da comissão eleitoral. “Se as chapas entrarem num consenso de que vão fazer o debate, tem que ser apresentado para a Comissão Eleitoral esse pedido do debate. Não só as chapas, se alguma entidade quiser promover debate com ciência e anuência das chapas tem que ser apresentado para a Comissão Eleitoral esse pedido, as regras, o formato”, complementa.

A professora Luciene ainda lembrou que entre os dias 16 de setembro, quando termina o período de campanha, e 19 do mesmo mês, data da votação, não é permitido que os candidatos promovam qualquer divulgação ou manifestação coletiva. “Tem que retirar todo o material de divulgação. Mas nada impede a conversa individual. O que não pode é a aglomeração de pessoas. Você fazer a sua manifestação com botton, isso pode”, detalha.

Podem votar no dia 19 de setembro todos os acadêmicos regularmente matriculados na graduação e na pós-graduação, professores e agentes universitários. Para os alunos da educação à distância, de acordo com a professora Luciene, a votação será online. A expectativa, como destaca a presidente da Comissão Eleitoral, é que o período de campanha seja marcado pelo diálogo construtivo em prol da universidade. “Nós esperamos que tudo transcorra normalmente, que haja realmente um debate de ideias e propostas para o futuro da universidade”.

Unicentro oferta aulas preparatórias para o PAC no Colégio Estadual Visconde de Guarapuava

Com o objetivo induzir o aperfeiçoamento da formação prática nos cursos de licenciatura e promover a imersão do acadêmico na escola de educação básica a partir da segunda metade do curso, a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) está desenvolvendo, desde o ano passado, o Programa de Residência Pedagógica, que é uma das ações que integram a Política Nacional de Formação de Professores. Na Unicentro, a responsável institucional pelo programa na subárea Biologia é a professora Ana Lúcia Crisóstimo, do Departamento de Ciências Biológicas.

Entre as atividades viabilizadas pelo programa estão os “Aulões Preparatórios do PAC”, realizados no Colégio Estadual Visconde de Guarapuava. “Temos seis alunos do curso de Ciências Biológicas e surgiu a ideia de organizarmos um cursinho preparatório para o Programa de Avaliação Continuada da Unicentro. Eles fizeram um levantamento de todas as questões desde que surgiu o PAC, selecionaram e montaram as aulas, organizam diferentes metodologias educacionais e estão aqui toda terça-feira até os dias que os alunos irão fazer o PAC”, conta a professora Ana Lúcia.

A atividade é voltada aos alunos do primeiro ano do Ensino Médio do Colégio Estadual Visconde de Guarapuava e busca auxiliá-los na preparação para as provas do Programa de Avaliação Continuada da Unicentro. Essa modalidade de seleção é uma alternativa ao tradicional vestibular e avalia o estudante durante os três anos de Ensino Médio, cobrando os conteúdos relativos a cada série. Os aulões preparatórios estão sendo realizados desde o mês de maio e levam aos estudantes conteúdos importantes da disciplina de Biologia. As aulas são ministradas por acadêmicas do terceiro e do quarto ano do curso de licenciatura em Ciências Biológicas da Unicentro, que fazem parte do Programa de Residência Pedagógica.

“Antes de começarem essas aulas, a gente fez um levantamento das provas anteriores, separando quais eram os conteúdos que caíram nas provas e pegando também os exercícios. Então, sempre no final das aulas, a gente tenta incluir um desses exercícios das provas para eles terem uma noção do que vão enfrentar. Ou seja, a partir das provas anteriores, a gente separou os conteúdos e incluiu algumas coisas que seriam interessante eles aprenderem dentro de cada conteúdo, mesmo que não houvesse nas provas passadas, pode ser que venha a aparecer”, explica Mariana Santana Bandeira, que é uma das acadêmicas envolvidas no projeto.

De acordo com a professora Ana Lúcia Crisóstimo, as aulas têm agradado aos alunos do colégio. Um dos motivos, segundo ela, é a aplicação de metodologias de ensino diferenciadas. “Os alunos estão bem receptivos e estão levando muito a sério. Como nós temos tecnologias educacionais que eles podem, em casa, fazer os exercícios, encaminhar propostas, chegam aqui e têm essa motivação, que além daquela aula tradicional estamos aí como uma experiência bem interessante na área pedagógica”.

Essas tecnologias educacionais, como explicou a acadêmica Mariana Bandeira, consistem na utilização de plataformas virtuais e aplicativos que podem ser acessados a partir de smartphones, tablets ou computadores e que permitem a interação entre professores e alunos. “A gente disponibiliza material, as aulas e os exercícios na plataforma do Google Sala de Aula, então, depois da aula, em casa, eles podem ter acesso de novo aos slides, aos exercícios que a gente passou para eles resolverem em sala. Se ficar alguma dúvida, ainda assim, eles podem voltar a consultar ou, na outra aula, falar com a gente de novo”.

A estudante Tailla Schneider é uma das participantes do aulão preparatório. Para ela, a metodologia utilizada tem agradado porque torna as aulas mais dinâmicas e interessantes. “Eu acho bom porque a gente pode interagir, ela faz as perguntas, a gente responde. Eu acho que isso é bom porque a gente gosta de falar bastante, então a gente interage bastante, ela deixa um espaço aberto para a gente comentar e tudo, é bem legal”. Ozorio Batista Freitas também é um dos alunos que está acompanhando as aulas. Para ele, o projeto é uma oportunidade para revisar os conteúdos, o que, além de preparar para a prova do PAC, também reflete positivamente no desempenho escolar. “Esse cursinho está fazendo muito bem para mim, eu estou aprendendo muita coisa e está aumentando muito o meu conhecimento aqui na escola”.

A atividade proposta por meio do Programa de Residência Pedagógica, como destaca a acadêmica Hélica Cordeiro de Lima, do quarto ano da licenciatura em Ciências Biológicas e que também é bolsista do programa, resulta em benefícios não só para os estudantes do Ensino Médio, mas também para a formação profissional dos futuros professores que preparam e ministram as aulas. “É muito importante esse programa porque, querendo ou não, ele prepara mais o acadêmico para a formação docente e, com isso, a gente tem mais contato com os alunos o que é de grande importância porque, quando a gente for para a sala de aula, a gente já vai ter essa experiência que a gente já teve aqui no programa. Então, acho que é muito válido e que vai ser bem importante para a nossa formação acadêmica”. 

Opinião compartilhada também pela professora Deise Taborda, que é preceptora do programa no Colégio Visconde de Guarapuava, acompanhando os residentes. “Os dois tendem a ganhar, tanto os futuros professores quanto os alunos. Porque os residentes, dentro do colégio, é diferente do estágio supervisionado, que vêm em algumas aulas e acabou. Eles não, eles estão aqui um ano praticamente, até o mês de março. Eles estão inseridos no contexto escolar, diretamente com a gestão escolar, há uma aprendizagem significativa na formação dos futuros professores e os alunos também tendem a ganhar”.

As aulas preparatórias seguem até a data da aplicação das provas do PAC, no mês de outubro. A expectativa, de acordo com a diretora do Colégio Estadual Visconde de Guarapuava, Vera Maia, é que a preparação traga bons resultados, mas para isso, defende, os estudantes não devem esquecer que a dedicação de cada um também é fundamental. “A expectativa é grande, a gente espera que nesse primeiro momento eles já deem prova daquilo que eles estão recebendo como informação, mas, como nós sabemos, que tudo depende do outro lado, então, não depende só dos acadêmicos e dos professores, mas, principalmente, do aluno. Então, a gente espera que sejam positivos os nossos resultados”.

Unicentro sedia reunião com Unitinerante, projeto encabeçado pela Casa Latino-Americana

O campus Cedeteg da Unicentro sediou o encontro de representantes de diversos setores da sociedade com a equipe do projeto “Universidade Itinerante pelos Direitos Humanos, da Natureza, pela Paz e o Bem Viver”, a Unitinerante. O projeto é idealizado pela Casla, a Casa Latino-Americana, e tem o apoio da Seti, que é a Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná. A ideia dessa proposta é incentivar ações desenvolvidas em comunidades e grupos em vulnerabilidade social, territorial ou ambiental.

Em Guarapuava, o objetivo da reunião, de acordo com Nicolas Floriani, coordenador-geral das atividades, foi convidar os segmentos sociais para integrarem o Parlamento Unitinerante. “Esse parlamento, essa instância é constituída por diversos atores, no intuito, então, de fazer um espaço de cooperação, de síntese daqueles projetos que têm essa intenção de levar o desenvolvimento local até essas comunidades de grupos menos favorecidos e desassistidos. Não se trata de inventar novas formas de desenvolver projetos”, explica. 

A reunião da Unitinerante na Unicentro foi viabilizada pelo professor Paulo Nobukuni, do Departamento de Geografia. Na ocasião, o professor aproveitou a oportunidade para apresentar um pouco do trabalho que vem desenvolvendo em parceria com a prefeitura em prol de famílias que vivem em situação de risco. “O meu trabalho”, conta Nobukuni, “é com pessoas que vivem em áreas inundáveis. Eu aproveitei esse pequeno conhecimento, humilde conhecimento, para insertar essa questão de moradia. Só que a gente defende que, ao invés de criar apenas habitações para fins de moradia, é necessário fazer esse aparato produtivo – as hortas, a fábrica de sabão -, porque esses moradores eles sabem mexer com isso. A gente quer um bairro que a gente está denominando de bairro total, que tenha a residência e ofereça condição das pessoas permanecerem ali naquele local”. 

Além do professor Nobukuni, representantes de secretarias municipais, da Unicentro, da Superintendência Geral de Diálogo e Interação Social do Estado e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná também participaram da reunião. Mayquel Teixeira de Lima, que é fiscal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, apresentou projetos já desenvolvidos no município que têm potencialidade para integrar a Unitinerante. “O meio ambiente dispõe de diversas propostas nessas áreas de qualidade social dessas moradias. Uma das propostas, por exemplo, é inserir o que é produzido com Selo Verde aqui em Guarapuava nas moradias. Outra coisa que a gente vem discutindo é a sustentabilidade”.

Outras cidades e universidades do estado já sinalizaram a adesão ao Parlamento. O próximo passo, de acordo com Nicolas Floriani, coordenador-geral da Unitinerante, é seguir convocando parceiros que tenham interesse em se integrar a proposta. A partir disso, será assinado o termo de adesão desses parceiros ao projeto. “A gente já encampou e engajou as prefeituras de Rebouças, Irati, Ponta Grossa, agora com essa nova reunião em Guarapuava temos sinalizadas intenções de cooperação. Com a assinatura do termo de adesão, vamos pleitear chamadas públicas para instalação de projetos pilotos nessas localidades, fazer com que esses atores convirjam e consensualizem a respeito dessas ações em favor dessas comunidades em situação de vulnerabilidade social”, diz Floriani. 

A expectativa, a partir da reunião em Guarapuava, é que o nosso município e a nossa universidade também se tornem parceiros do projeto, como destacou o professor Dimas Floriani, da Universidade Federal do Paraná, que também faz parte da equipe de coordenação da Unitinerante. “Nós observamos um engajamento muito interessante de professores, pesquisadores e representantes de instituições, inclusive, municipais, bem engajados com projetos comunitários. Então, a partir desses elementos, eu acredito que é possível estabelecer conexões, parcerias bastante interessantes”.

Biologia Evolutiva é tema de curso de inverno no campus Cedeteg

A Biologia Evolutiva é uma área de estudos que investiga a história da vida na terra por meio das relações de parentesco e ancestralidade; diversificação e extinção dos seres; origem e ritmo das mudanças adaptativas e, também, dos processos da evolução, sejam eles ambientais ou comportamentais. Estas relações ajudam a entender melhor o ambiente e propiciam a continuidade da vida na terra. Para tratar sobre esses importantes temas, o Programa de Pós-Graduação em Biologia Evolutiva da Unicentro promoveu o 3º Curso de Inverno de Biologia Evolutiva.

O evento, de acordo com uma das coordenadoras, a mestranda Danieli Ballmann Groff, tem como objetivo divulgar as linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação. “Apresentar as diferentes linhas de pesquisa do Programa de Pós-Graduação em Biologia Evolutiva e abordar de formas diferentes o tema, o que auxilia em uma melhor compreensão porque eles vão ver de diferentes formas esse tema biologia evolutiva e biodiversidade”. Além de Danieli, outras três mestrandas atuaram na organização das atividades: Letícia Parteka, Laura Pilati e Jéssica Marmentini.

Para os quatro dias de atividades, a organização registrou mais de 50 inscrições. A programação, de acordo com o coordenador do programa, o professor Rogério Mateus, conta com palestras e minicursos ministrados por mestrandos e professores do PPG em Biologia Evolutiva. “As atividades que estão sendo desenvolvidas são todas relacionadas aos laboratórios que têm atuação dentro do programa. Então, são bem dentro das linhas de pesquisa que o programa oferece e dentro das pesquisas que estão sendo realizadas pelos professores e pelos alunos de pós-graduação. Eles trazem as atividades relacionadas a sua própria pesquisa, falam com muita propriedade sobre o que eles estão fazendo. Isso é extremamente interessante porque também ajuda nessa preparação desses alunos como futuros pesquisadores dentro da linha”, explica Rogério.

Os temas abordados durante as atividades têm agradado aos participantes. A acadêmica Marluce Fonseca, do terceiro ano do curso de Ciências Biológicas, participou do minicurso intitulado “Técnicas para o estudo e monitoramento de mamíferos terrestres”, que tem como objetivo abordar a visão geral sobre as principais técnicas utilizadas no estudo da mastofauna, auxiliar na compreensão da realidade do trabalho de campo e destacar a necessidade do conhecimento teórico para o desenvolvimento prático. Para ela, a participação na atividade agregou conhecimento. “Aprendi muita coisa, coisa que eu nem sabia que podia acontecer. Tudo é aprendizado e currículo. É isso que eu espero, ampliar meu currículo. É uma oportunidade que a universidade dá para gente participar mais no meio, no ciclo acadêmico e para a gente conhecer um pouquinho mais do que os outros têm a oferecer”.

A palestra de abertura do curso de inverno foi proferida pelo professor Adriano Silvério e abordou os “Estudos Reprodutivos em espécies sul-americanas de passiflora”. Esse gênero é originário da América do Sul e popularmente conhecido como maracujá. Na apresentação, o professor Adriano trouxe dados atuais que estão sendo trabalhados na Unicentro com alunos de graduação e pós-graduação. “Eu destaco as atividades científicas dos últimos cinco anos que nós temos desenvolvido aqui na Unicentro. Temos atualizações no âmbito de publicações científicas, de resultados que são apresentados em eventos nacionais e internacionais na área botânica, dados dos nossos próprios alunos formados na nossa Unicentro que estão sendo apresentados atualmente, e não podemos deixar de destacar a importância de novas descobertas que nós temos conseguido com a descrição de novas espécies que irão compor a flora local. Nós temos três novas espécies sendo descobertas e estão sendo propostas agora e será falado a respeito”, conta o pesquisador.

A mestranda Danieli Groff, responsável pela organização das atividades, e o coordenador do programa de Pós-Graduação em Biologia Evolutiva Rogério Mateus destacaram que o curso de inverno também busca promover a interação entre estudantes de graduação e pós-graduação, incentivando que novos alunos ingressem no programa. “Para que tenha uma maior procura do mestrado e também para que eles se aproximem de outras linhas de pesquisas que têm aqui na universidade e consigam aprender coisas novas e isso tudo vai contribuir mais para frente quando eles forem para o mercado de trabalho”, explica Danieli.

Atividades interdisciplinares despertam em estudantes interesse pela Ciência e pela Matemática

O projeto “Extensão Universitária: a Escola como ambiente de Ensino e Pesquisa em Ciências Naturais e Matemática”, vinculado ao Programa Universidades Sem Fronteiras, já atendeu mais de 280 estudantes do Colégio Estadual Professora Dulce Maschio, desde que iniciou as atividades em outubro do ano passado. Entre as atividades promovidas está uma tarde interdisciplinar, que contou com mostra de materiais e jogos didáticos.

“Essa atividade interdisciplinar, em conjunto com o curso de Biologia da Unicentro, foi solicitada pelos professores. Eles gostariam que tirássemos os alunos do ambiente da sala mesmo, fizéssemos uma atividade externa, para que eles estivessem em movimento. Numa das atividades das oficinas, que é a mostra matemática, nós temos elementos históricos, eles relacionaram também com conteúdos que eles já tinham visto na disciplina de História, que são os algarismos romanos, alguns símbolos egípcios. Então, foi bem interessante para eles”,conta a mestranda do programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências Naturais e Matemática e bolsista do projeto, Cheila Tachevski.

Quem passou pela mostra de materiais, como a aluna do sétimo ano Bárbara Vitória da Silva, pode conhecer um pouco mais sobre diversos elementos da matemática. “Tem as formas geométricas, números egípcios, tábua cuneiforme, essas coisas. Eu estou gostando porque é muito legal saber mais das coisas”.

Além da exposição de materiais, os jogos didáticos e interativos também agradaram aos alunos. Em um deles, por exemplo, os estudantes foram desafiados a compreender as mágicas da matemática; em outro, eles eram peças de um jogo de trilha construído em tamanho ampliado. Uma mini-gincana testou a precisão nos cálculos a agilidade e trabalho colaborativo dos participantes. A disputa era para saber quem acertava questões matemáticas em menos tempo. Vitor Lima, também do sétimo ano, foi rápido, respondeu a questão corretamente e levou a melhor no final. “Numa mamadeira cabiam 250 ml de leite, daí apareceu “um litro de leite caberiam em quantas mamadeiras?”. E eu dei a resposta que é 4”.

Estudantes do curso de Biologia e do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências Naturais e Matemática foram parceiros do projeto nessa atividade e também levaram jogos didáticos ao colégio. A acadêmica Mariana Santana Bandeira, do 3º ano do curso de Biologia na Unicentro, trabalhou questões de educação ambiental e reciclagem por meio de um jogo intitulado “Reciclados”.  “É interessante porque têm muitas questões ambientais que eles ainda não viram ou que, talvez, eles nem venham a conhecer se não for através desses projetos. E para a gente, que é da licenciatura, também é muito importante na questão profissional, ter esse contato com os alunos”, conta.

Gabriel Oliveira foi um dos alunos que aprovou o jogo como meio para aprender sobre reciclagem. “Eu gostei e estou aprendendo muito a jogar certo nos lixos, quais são as latas, qual é a lata certa para você jogar o lixo”.

A diretora do Colégio Dulce Maschio, Joelma Souza, ressaltou a importância das atividades do projeto de extensão para a formação dos alunos. “Como os nossos alunos são de um bairro afastado da cidade não têm tantas dessas atividades diferenciadas. Então, essa parceria que a gente tem com a universidade vem agregar ao aprendizado dos alunos porque esse tipo de atividade, em sala de aula, devido ao grande número de alunos, fica difícil do professor desenvolver”.

A professora Ana Paula Stadler, responsável pelas aulas de Matemática no colégio, também destacou que apresentar os conteúdos de forma lúdica é uma maneira de instigar o interesse dos alunos pela disciplina. “Na área da Matemática é bem complicado. Os alunos já chegam com muito receio, já chegam dizendo que não gostam de Matemática. Então, essas atividades servem, realmente, para, primeiro, ver que está presente no dia a dia, que a matemática é superimportante, que está no nosso dia a dia. Isso é uma coisa bem importante e, assim, as crianças têm essa dificuldade de enxergar a importância da matemática e os jogos, de uma forma diferenciada, eles trazem isso, trazem uma valorização para o trabalho, uma forma diferente e divertida, mas de aprendizagem”.

De acordo com o coordenador da atividade extensionista, professor Márcio André Martins, o projeto vem atuando no colégio em duas frentes de trabalho. Uma delas é voltada à formação complementar, em períodos extraclasse para os estudantes com alto rendimento escolar. O objetivo é realizar um trabalho de orientação voltado à preparação para as Olimpíadas Brasileiras de Matemática, a OBMEP. “Como a gente sabe, os alunos que se destacam nessa competição em nível nacional recebem bolsa para cursos de iniciação científica, tanto no ensino médio quanto na graduação, depois pode se estender ao mestrado. Então, a gente está incentivando eles a participarem” , conta Márcio.

A acadêmica do quarto ano do curso de licenciatura em Matemática da Unicentro Fernanda Cybulski é responsável pelas atividades com os alunos de alto rendimento. Para ela, além de ajudar a desenvolver as habilidades dos estudantes, a atividade também é uma experiência importante para os acadêmicos. “É um trabalho muito importante porque, nos estágios, a gente tem com todos os tipos e níveis de aluno. E lá, os alunos são muito diferentes do que a gente está acostumado a trabalhar nas escolas, porque eles têm muita facilidade, muita mesmo. Às vezes, eles têm um raciocínio que a gente tem dificuldade para acompanhar. Então, é bem interessante, é uma experiência diferente”.

A segunda linha de atuação, segundo o professor Márcio martins, é voltada ao apoio e a aprendizagem para os estudantes com baixo desempenho escolar. “Nós trabalhamos alguns momentos de formação com os professores, discutimos propostas metodológicas voltadas para a escola. E, além disso, nós realizamos oficinas durante as aulas, de acordo com as demandas que os professores levantam”.

As atividades do projeto de extensão devem continuar até o próximo ano. A expectativa para esse período, de acordo com o professor Márcio Martins e com a mestranda Cheila Tachevski, é que o trabalho realizado continue trazendo benefícios não só para a comunidade, mas também para a formação profissional dos participantes.

“Esse projeto, embora ele seja voltado aqui para as necessidades do colégio, ele está abarcando também outras possibilidades, que são as pesquisas dos mestrandos. Os mestrandos estão levantando material para suas pesquisas, que é o desenvolvimento de metodologias que estão resultando em produtos didáticos e, também, nas suas dissertações de Mestrado. Então, essa interação está contribuindo não só de maneira que a universidade contribui para a escola, mas a escola está contribuindo para a universidade também. Então, esse ponto que a extensão preconiza, a gente está evidenciando isso, vivendo isso na prática. Está sendo muito interessante”, fala Márcio.

“Para nós, é maravilhoso essa interação”, conta Cheila, “estar aqui ministrando essas oficinas, trabalhando com os alunos nessa e em outras atividades, eu acho que me enriquece muito profissionalmente e também pessoalmente porque sempre estou aprendendo com eles não só na matemática, mas como pessoa também”.

150 anos da Tabela Periódica são celebrados no campus Cedeteg

2019 foi declarado pela ONU, que é a Organização das Nações Unidas, o Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos. Isso porque é neste ano que se completa 150 anos da criação da tabela. Para festejar a data e também o Dia do Químico, o Centro Acadêmico de Química da Unicentro promoveu o primeiro Encontro da Tabela Periódica, o EnTabeP.

O evento contou com uma palestra sobre Astroquímica e um quizz sobre a tabela periódica. Além disso, os participantes também tiveram um minicurso com o professor J.C. Gonçalves, que explicou como são feitas as atualizações da tabela e compartilhou com os acadêmicos diferentes maneiras de ensinar o conteúdo de química por meio dessa ferramenta.

“O nosso principal objetivo é chamar a atenção para a importância desse conteúdo, abrir um leque de perspectivas que eles possam explorar a partir daí, porque a função do professor não é passar informação, é criar a expectativa de novas informações para o aluno. Eles têm muito tempo e, certamente, se eles aproveitarem o tempo que eles têm daqui para frente, eles vão ser a diferença na sociedade depois”, avalia J.C. Gonçalves. 

A organização do encontro teve o apoio do grupo PET de Química, do Departamento e de patrocinadores externos. Esta primeira edição contou com aproximadamente 100 participantes. Além de acadêmicos e estudantes da pós-graduação, alunos do ensino médio de colégios da cidade também participaram das atividades. Angelo Zanona foi um deles. “Eu gosto bastante da área de química, da área de ciências, aí eu achei interessante e resolvi participar. Achei bem legal, bem interessante, com bastante informações que vêm sempre a acrescentar no conhecimento sobre ciências. Você acaba conhecendo um pouco mais da área sobre a qual ele fala e, talvez ao conhecer essa área, você começa a se interessar e, por isso, você vai fazer um curso de química, por exemplo”. 

Para a vice-presidente do Centro Acadêmico de Química, Fernanda Almeida Ribeiro, que atuou na organização das atividades, eventos como o Entabep são uma oportunidade para adquirir mais conhecimento e trocar experiências. “Agrega bastante para a nossa vida pessoal porque a gente acaba tendo alguns conhecimentos extras, além do que a gente aprende na graduação. Ele ajuda na articulação do próprio grupo do centro acadêmico, da própria equipe e, também, a articulação do curso como um todo. Porque a gente tem desde calouro até aluno da pós. O conhecimento é bem democrático para todos”. 

Opinião compartilhada também pelos acadêmicos Angelo Lenarte e Renata Nascimento, que fazem parte do PET Química e participaram das atividades. “As experiências dos professores sempre são essenciais para nossa formação. A experiência, por exemplo, do professor J.C. Gonçalves sobre a tabela periódica já trouxe, em uma hora, várias coisas que você não vê na sua graduação. Então, é essencial esse tipo de evento”, avalia Angelo. Para Renata, “esse evento é muito importante na nossa formação porque a gente absorve muitas informações e, também, a gente conhece novas pessoas, novos palestrantes que trazem novidades para gente”.

O papel do veterinário na saúde pública é discutido em evento

O Ciclo de Palestras de Extensão Rural é uma proposta da disciplina de mesmo nome, integrante da grade curricular do curso de Medicina Veterinária. O objetivo da ação é preparar os estudantes para uma das futuras atividades profissionais, que é divulgar e promover as atividades do meio rural. O evento é organizado pelos acadêmicos do quinto ano do curso e, neste ano, está na terceira edição.

De acordo com o professor Luiz Gonzaga Macedo, responsável pela disciplina, todas as atividades do Ciclo de Palestras ficam sob a responsabilidade dos alunos. O objetivo é aproximá-los da comunidade externa. “A proposta da disciplina é, exatamente, criar mecanismos de interação do nosso formando, do aluno do último ano com a comunidade externa, oportunizar aos alunos o exercício de toda a metodologia de organização de um evento – desde o planejamento, a realização, avaliação e apresentação dos resultados – que é o que as empresas de extensão lá fora vão cobrar dele”.

Neste ano, o evento teve como tema “O veterinário na Saúde Pública” e o assunto foi abordado em duas palestras. Uma delas foi ministrada pela médica veterinária Lucinéia Rudiak e versou sobre “A atuação do médico veterinário nos núcleos de apoio a saúde da família”. “É uma área que existe há bastante tempo, mas nem a comunidade tem o conhecimento de que o médico veterinário atua na saúde das pessoas, do humano e não só dos animais”.

Apesar de pouco conhecido e debatido, para a palestrante, o papel do médico veterinário na saúde pública é de extrema relevância para a população em geral. “Para a comunidade é importante essa divulgação, para que eles entendam que o médico veterinário está presente na vida deles mais do que eles imaginam, tanto nos alimentos que estão na mesa dele, como a carne. Ela não é só produzida, mas também inspecionada – antes de chegar na mesa da população é inspecionada pelo médico veterinário. Produtos de origem animal como leite, derivados do leite, queijo e iogurte, todos passam pela inspeção do médico veterinário antes de chegar na mesa da população, para que não tenha nenhum contágio de doenças que podem ser transmitidas pelos animais a nós humanos, as chamadas zoonoses que, muitas vezes, as pessoas não têm conhecimento dessas doenças”.

A outra palestra foi proferida pelo médico veterinário Rogério Semchechem e trouxe abordou a “Suplementação de bovinos de corte criados a pasto”. “Como a gente intensificar produção a pasto, pensando em melhorar a produtividade, sempre pensando em produzir mais em um menor espaço e com melhor custo-benefício”. 

Mariana Soares Guedes participou do Ciclo de Palestras. Acadêmica do primeiro ano do curso, ela vê no evento uma oportunidade para enriquecer sua formação. “Eu nunca tive muito vínculo com essa parte de extensão rural e eu gosto. Então, para mim, esses eventos me ajudam a entender melhor sobre o meio rural, me ajudam também a saber qual a área que eu quero seguir e me ensinam coisas que eu nem imaginava que existiam, áreas que eu posso trabalhar que eu nem pensava”.

O acadêmico Willian Pavan assistiu às palestras e também atuou na organização do evento. Para ele, a tarefa, apesar de desafiadora, permitiu adquirir experiências que podem refletir positivamente no futuro, quando os acadêmicos estiverem inseridos no mercado de trabalho. “A gente fica sempre meio com um pé atrás porque a gente fica com medo de achar que não ia dar certo, mas – pensando para o futuro – isso é muito bom porque a gente vai perdendo um pouco essa timidez, essa vergonha de falar com as pessoas, ir atrás de contatos e tudo mais. Isso é o que vai agregar para o mercado de trabalho, porque não adianta a gente saber teoria aqui na faculdade e depois não saber conversar com um proprietário. Então, acho que vai agregar bastante nesse sentido, de você criar contatos, perder a timidez de falar em público, de falar com as pessoas e tudo mais”.

O palestrante Rogério também exaltou a iniciativa de colocar os acadêmicos na organização dos eventos como forma de aproximá-los do mercado de trabalho. “Eu acredito que é extremamente importante esse contato dos alunos não só com a gente no mercado de trabalho, mas essa interação entre o produtor também.Tentei buscar e colocar na minha apresentação uma forma que pegue a parte técnica e a parte teórica, mas trazendo para o lado prático no mercado de trabalho, pensando que tem alunos que estão na parte final da graduação. Então, acredito que pode agregar um pouco a eles”. 

Para o professor Luiz Gonzaga Macedo, a avaliação do Ciclo de Palestras, desde a primeira edição, é positiva e, a cada ano, o evento tem cumprido com excelência os objetivos propostos. “Eu posso dizer que tem sido uma evolução de sucesso. Eu diria que tanto em qualidade das apresentações e também em público-alvo. O número de pessoas tem crescido e isso é positivo. Eu creio que a grande conquista do evento é provocar o aluno a exercer a atitude, até porque o professor Paulo Peres diz o seguinte: ‘competência profissional é a soma do conhecimento, que é a base teórica; ela é o exercício das habilidades, que é o saber fazer; mas tudo isso perde o sentido se não tiver atitude’. Então, o evento Ciclo de Palestras de Extensão Rural é um canal de estímulo de atitude e de produtividade para os nossos alunos”.

Técnicas para redação de patentes foram abordadas em workshop

Capacitar os participantes, mostrando passo a passo como redigir a solicitação de uma patente. Esse foi um dos objetivos do workshop, voltado principalmente para professores, promovido pela Novatec (Agência de Inovação Tecnológica da Unicentro) em parceria com Axonal Consultoria Tecnológica.

De acordo com o palestrante Henry Suzuki, para inovar é necessário saber criar e, também, proteger de forma efetiva essas criações. “Se nós professores não soubermos como redigir uma patente, como manter um segredo e coisas do gênero, quem que vai ensinar o futuro profissional do Brasil?”.

As atividades do curso foram realizadas em dois dias. O primeiro foi reservado para as discussões sobre os impactos de uma patente. Já o segundo foi voltado para a prática, visando exercitar a lógica de leitura e redação de uma patente.

Segundo a diretora de propriedade intelectual da Integ, a Incubadora Tecnológica da Unicentro, Claudia Crisóstimo, o evento mostrou que é possível encontrar inovação em qualquer área de pesquisa. “Ele traz, nesse workshop, um viés bem claro, um viés assim de que qualquer área pode buscar patentes. Ele traz aqui algumas dicas de como você pode encontrar inovação na área que você está pesquisando”.

Para o Nilson Jorge dos Santos, que é formado em Administração e mestrando em Inovação na Unicentro, o curso é uma oportunidade de aprender os caminhos para garantir a proteção das próprias ideias e resultados de pesquisa. “É uma oportunidade única, porque um profissional desse gabarito desperta, realmente, uma curiosidade. Eu tenho essa curiosidade”, avalia.

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