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	<title>Artigos</title>
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		<title>Tetra Pak e a Educação Ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 23:47:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Ana Paula dos Reis Texto baseado no artigo “Educação Ambiental e reciclagem: uma proposta de reaproveitamento de embalagens Tetra Pak no mercado brasileiro” de BIGOLOTI e BIGOLOTI (2016)   Muitas pessoas já ouviram falar sobre a embalagem da Tetra Pak, conhecida também como embalagem longa vida, pois possui várias camadas para proteção do alimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: left">Por: Ana Paula dos Reis</p>
<p style="text-align: justify">Texto baseado no artigo “<strong>Educação Ambiental e reciclagem: uma proposta de reaproveitamento de embalagens Tetra Pak no mercado brasileiro” de </strong>BIGOLOTI e BIGOLOTI (2016)</p>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify">Muitas pessoas já ouviram falar sobre a embalagem da Tetra Pak, conhecida também como embalagem longa vida, pois possui várias camadas para proteção do alimento e essa quantidade de camada irá variar também com tipo de alimento que será armazenado, a exemplo temos a caixa de leite é formada por seis camadas. A embalagem longa vida, é constituída por 75% de papel cartão, 20% de filmes de polietileno (PEBD), que impede o contato direto do alimento com o alumínio, e 5% de alumínio, que impede a entrada de luz e oxigênio, todas camadas são compactadas entre si e são uma ótima opção de conservação de alimentos e fácil de transportar (ECYCLE, 2018).</p>
<p style="text-align: justify">Com a presença desses materiais para a sua fabricação, é possível fazer a reciclagem da embalagem que a Tetra Pak produz, é um processo difícil, mas não impossível. Desse modo, também é necessário que os consumidores façam os descartes corretos das embalagens para reciclagem e, preferencialmente, limpos para evitar odores e proliferação de microrganismos (ECYCLE, 2018).</p>
<p style="text-align: justify">Em seu trabalha Bigoloti e Bigoloti (2016) buscaram apresentar as várias formas de reaproveitamento das embalagens Tetra Pak pós-consumo e os processos utilizados na reciclagem, onde a empresa Tetra Pak busca conciliar liderança, crescimento e desenvolvimento sustentável à cidadania corporativa, tudo em torno da educação ambiental com os seus funcionários com o pensamento na preservação do meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify">Tetra Pak é uma empresa presente no Brasil e no exterior, seu fundador foi o sueco, Ruben Rausing, pois o mesmo almejava uma embalagem prática, segura e econômica para o leite, onde o mesmo era comercializado em garrafas ou a granel nos pontos de vendas. A primeira embalagem cartonada foi lançada em 1952, e em 1961 a empresa lançou a primeira embalagem longa vida asséptica. No Brasil, a atividade de fabricação das embalagens, deu-se em 1978, na cidade de Monte Mor, interior paulista e a segunda a ser instalada, em 1999, foi na cidade Ponta Grossa, região central do estado do Paraná (BIGOLOTI, 2016)</p>
<p style="text-align: justify">Com o crescimento do consumo dos produtos com as suas embalagens, a empresa buscou formas de realizar a reutilização e a reciclagens das embalagens descartadas, para que haja sustentabilidade do sistema de produção e na preservação do meio ambiente e a utilização de tecnologias que de alguma forma reduzam o consumo dos recursos e a geração de resíduos, assim diminuindo o impacto ambiental (BIGOLOTI, 2016)</p>
<p style="text-align: justify">Assim, através de ações que visem a Educação Ambiental, tanto no âmbito coletivo quanto individual, que projetem soluções para que não tragam prejuízos ao meio ambiente, com atitudes que diminuam o uso excessivo dos recursos naturais, com uma visão sustentável em todo o processo de fabricação até o descarte correto realizado pelo consumidor, para que assim ocorra a reciclagem da embalagem e não sejam descartados ao meio ambiente que ocorra a decomposição e gere a contaminação dos recursos.</p>
<p style="text-align: justify">Existem no mercado 32 empresas que reciclam a embalagem pós-consumo e mais 10 companhias que compram <em>pellets </em>que fabricam peças de plástico a partir deles (BIGOLOTI, 2016).</p>
<p style="text-align: justify">Segundo Reigota (1994): “é necessário colocar em prática no dia a dia, atitudes que através de pequenos atos darão início às grandes transformações que devem ser assumidos por todos.”</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2019/05/tetra.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-815 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2019/05/tetra.jpg" alt="" width="1024" height="768" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2019/05/tetra.jpg 1024w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2019/05/tetra-300x225.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2019/05/tetra-768x576.jpg 768w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2019/05/tetra-400x300.jpg 400w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><strong>Fonte:</strong> <a href="http://greendesign2.blogspot.com/2010/03/">http://greendesign2.blogspot.com/2010/03/</a></p>
<p>Referências:</p>
<p style="text-align: justify">REIGOTA, Marcos. <strong>O que é Educação Ambiental. </strong>São Paulo: Cortez, 1994.</p>
<p style="text-align: justify">ECYCLE: <strong>Embalagem Tetra Pak é reciclável? </strong>Disponível em: <a href="https://www.ecycle.com.br/218-tetra-pak">https://www.ecycle.com.br/218-tetra-pak</a> Acesso em: 23 de agosto de 2018.</p>
<p style="text-align: justify">BIGOLOTI, Carlos Rogério, BIGOLOTI, Verônica Martins Apis. <strong>Educação Ambiental e reciclagem: uma proposta de reaproveitamento de embalagens Tetra Pak no mercado brasileiro. </strong><em>Revista Interlink – FANAP – A Faculdade, </em>Aparecida de Goiana, v. 3, n. 3, jan./jul. 2016. Disponível em: <a href="http://191.252.3.229/ojs3/index.php/interlink/article/view/30">http://191.252.3.229/ojs3/index.php/interlink/article/view/30</a>. Acesso em 22 de agosto de 2018.</p>
<p style="text-align: justify">CASTRO, Ivana, ARAÚJO, Priscila. Green Design: <strong>Estudante de física desenvolve técnica para reciclagem de embalagens longa vida. </strong>Disponível em: <a href="http://greendesign2.blogspot.com/2010/03/">http://greendesign2.blogspot.com/2010/03/</a>. Acesso em 27 de agosto de 2018.</p>
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		<title>Importância dos Mangues</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 23:32:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Jessica Chiafitela Fonte:  g1.globo.com A cidade de Recife se encontra construída em uma ampla planície costeira, ocupada por manguezais (COUTINHO, 1980), que sofrem com muitos problemas comuns das cidades brasileiras como: a pobreza, desigualdade social, aumento de favelas, degradação e uso de recursos naturais, levando assim, a um grande desiquilíbrio ecológico nos manguezais. Os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<table class="cf gJ" role="presentation" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td class="gF gK"><span class="gD" role="gridcell" data-hovercard-id="jehchiafitela@yahoo.com.br" data-hovercard-owner-id="26">Por: Jessica Chiafitela</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2019/05/as1.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-807 alignnone" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2019/05/as1.jpg" alt="" width="592" height="361" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2019/05/as1.jpg 592w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2019/05/as1-300x183.jpg 300w" sizes="(max-width: 592px) 100vw, 592px" /></a></p>
<p style="text-align: center">Fonte:  <a href="http://g1.globo.com/">g1.globo.com</a></p>
<p style="text-align: justify">A cidade de Recife se encontra construída em uma ampla planície costeira, ocupada por manguezais (COUTINHO, 1980), que sofrem com muitos problemas comuns das cidades brasileiras como: a pobreza, desigualdade social, aumento de favelas, degradação e uso de recursos naturais, levando assim, a um grande desiquilíbrio ecológico nos manguezais.</p>
<p style="text-align: justify">Os ecossistemas dos manguezais são de extrema importância e são muito vulneráveis, ao longo do tempo eles vem sofrendo constantemente com a ação humana, não só da exploração predatória, mas também com a poluição de suas águas, depósitos de lixo, contaminação por rede de esgoto clandestina, aterros e etc., (OLIVEIRA, 2004). A falta da conscientização da importância desse ecossistema gera uma maior dificuldade na conservação desse bioma (ALARCON &amp; PANITZ, 1998), por isto, é fundamental a que a educação ambiental desenvolva um saber crítico ao resgatar valores tradicionais da comunidade respeitando os recursos naturais da região (SATO &amp; SANTOS, 1996).</p>
<p style="text-align: justify">O manguezal é um dos exemplos de ambientes sujeitos a ação didático-pedagógicas, pois seu ambiente é restrito as áreas de litoral tropical  e subtropical, desenvolve-se em zonas de maré e em estuários de rios, com predominância de vegetação típica, servem de área de reprodução e abrigo de algumas espécies, concede espécies de importância econômica e pedagógica, contem alimentos para algumas espécies marinhas e servem de pouso de algumas aves migratórias,  a vegetação ajuda a proteger a linha costeira contra erosão e previne contra inundações nas tempestades, mantendo a biodiversidade da região (COELHO JR &amp; NOVELLI, 2000).</p>
<p style="text-align: justify">Para demostrar tal importância para as novas gerações desenvolveu-se um trabalho com crianças e adolescentes de uma escola pública da região, na qual foram realizados questionários sobre o conhecimento deles sobre o manguezal e após houve uma atividade de campo, onde os alunos puderam ver um manguezal preservado/ conservado e outro impactado. Quando se expõem pessoas a exemplos ao quais elas conheçam a percepção fica mais fácil, e logo a conscientização e a mudança acontecem, se desenvolve uma capacidade de observação e senso critico para as informações que as rodeiam Oliveira (2004).</p>
<p style="text-align: justify">Após as observações na pratica dos mangues, foi aplicado novamente um questionário pra ver o quanto os alunos assimilaram do assunto abordado, mostrando que aluas mais expositivas e práticas dão ao aluno um entendimento e uma visão mais ampla do assunto trabalhado em sala de aula. Incentivando-os ao lodo cientifico e ao compartilhamento desses conhecimentos obtidos com seus amigos e familiares.</p>
<p style="text-align: justify">Os mangues devem receber um cuidado para que esse ambiente tão sensível não se perca e isso só é possível, mostrando a população sua importância do cuidado e que é possível compartilhar dos recursos de forma consciente e coabitar em um lugar conversado.</p>
<p>Referências:</p>
<p style="text-align: justify">GLOBO.COM, G1. Mangue-vermelho. Disponível em: <a href="http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/flora/noticia/2015/02/mangue-vermelho.html">http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/flora/noticia/2015/02/mangue-vermelho.html</a></p>
<p style="text-align: justify">COUTINHO, P.N. Los manglares de la planície costera de Recife. In: SEMINÁRIO SOBRE EL ESTUDIO CIENTÍFICO E IMPACTO HUMANO EN EL ECOSISTEMA DE MANGLARES, 1978, Montevideo. Memórias&#8230; Cali: UNESCO, 1980. p. 160-169.</p>
<p style="text-align: justify">OLIVEIRA, J.A. Percepção ambiental sobre o manguezal por alunos e professores de uma unidade escolar pública no bairro de Bebedouro, Maceió – Alagoas. 2004. 36 f. Monografia (Especialização em Biologia de Ecossistemas Costeiros) &#8211; Universidade Federal de Alagoas, Maceió.</p>
<p style="text-align: justify">SATO, M.; SANTOS, J.E. Agenda 21 em Sinopse. São Carlos: PPG-ERN/UFSCAR, 1996. 50p.</p>
<p style="text-align: justify">ALARCON, G.G.; PANITZ, C.M.N. Estudo comparativo da percepção ambiental de dois manguezais submetidos a diferentes condições ambientais e de ocupação urbana. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE ETNOBIOLOGIA E ETNOECOLOGIA, 2, 1998, São Carlos. Resumos&#8230; São Carlos: Universidade Federal de São Carlos, 1998, p. 13.</p>
<p style="text-align: justify">COELHO JR, C.; NOVELLI, Y.S. Considerações teóricas e práticas sobre o impacto da carcinocultura nos ecossistemas costeiros brasileiros, com ênfase no ecossistema manguezal. In: MANGROVE 2000. SUSTENTABILIDADE DE ESTUÁRIOS E MANGUEZAIS: DESAFIOS E PERSPECTIVAS, 2000, Recife. Trabalhos completos&#8230; (CD-Rom). Recife: Universidade Federal Rural de Pernambuco, 2000. 9 p.</p>
<p style="text-align: justify">RODRIGUES, Lauro Lopes. PERCEPÇÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL SOBRE O ECOSSISTEMA MANGUEZAL INCREMENTANDO AS DISCIPLINAS DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA EM ESCOLA PÚBLICA DO RECIFE-PE. 2008. 15 f., Universidade Federal Rural dePernambuco,Recife-Pe,2007.Disponível em: https://www.if.ufrgs.br/cref/ojs/index.php/ienci/article/view/421/252</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ARTIGO – EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO SÉCULO XXI – REAVALIANDO PARADIGMAS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jun 2018 14:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Escrito por: Roosevelt S. Fernandes (coordenador do Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental e Social / NEPAS – www.nepas.com.br) No seu sentido mais amplo, educação significa o meio formal (ação do Estado) e informal (ação difusa) em que os hábitos, saberes, costumes, maneiras de interagir com o ambiente e valores de uma comunidade, são transferidos de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Escrito por:</strong> <em>Roosevelt S. Fernandes </em></span></p>
<p><span style="font-size: 10pt"><em>(coordenador do Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental e Social / NEPAS – <a href="http://www.nepas.com.br/" target="_blank" rel="noopener">www.nepas.com.br</a>)</em></span></p>
<p>No seu sentido mais amplo, educação significa o meio formal (ação do Estado) e informal (ação difusa) em que os hábitos, saberes, costumes, maneiras de interagir com o ambiente e valores de uma comunidade, são transferidos de uma geração para a seguinte.<u></u><u></u></p>
<p>Por sua vez, a educação ambiental é uma dimensão da educação, atividade intencional que deve imprimir ao desenvolvimento individual um caráter social em sua relação com a natureza e com os outros seres humanos, visando a potencializar a prática social e a ética ambiental.<u></u><u></u></p>
<p>Tais conceitos servem como pano de fundo para a nossa reflexão: o princípio do desenvolvimento sustentável não é mais o caminho único para enfrentar as diferentes facetas da temática ambiental. Ou seja, já passamos da fase do “desenvolvimento sustentável”; a hora agora é da “produção e consumo sustentáveis”.<u></u><u></u></p>
<p>Para isso, as ações de governo e as pressões da sociedade devem ter a adequada, imediata e responsável resposta – com práticas sustentáveis – por parte do setor produtivo, sem a qual não há como levar o Brasil para padrões mais sustentáveis de produção e consumo.<u></u><u></u></p>
<p>Por outro lado, nesse caso, ao analisar a posição das maiores economias mundiais, observa-se uma nítida preocupação com a crise financeira, porém, com um discurso vago e breve em relação à problemática ambiental.<u></u><u></u></p>
<p>No entanto, entre o contexto limite das visões dos pesquisadores e dos políticos, persiste uma análise de idêntica importância, ainda não suficientemente abordada, voltada a saber como a sociedade está preparada para, depois de devidamente informada, pressionar por soluções proteladas, aceitar as consequências da adoção das mesmas e, sobretudo, como nossos futuros gestores, no horizonte do curto e médio prazo, estão preparados não apenas para implementar as propostas conhecidas, mas gerar novas e efetivas respostas para o cenário que a sociedade deverá enfrentar, já que o tempo, nesse novo contexto, é uma variável progressivamente mais crítica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><span style="color: #000000;font-family: arial, helvetica, sans-serif">Agradecemos a contribuição do Sr. Roosevelt </span></div>
<div><span style="color: #000000;font-family: arial, helvetica, sans-serif">NEPAS &#8211; Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental e Social<br />
</span></div>
<div>
<div>
<div class="m_1199414049213419810gmail_signature"></div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>ARTIGO: Educação Ambiental e Sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Nov 2017 18:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Adaptado por: Leatrice Talita Rodrigues O artigo proposto para leitura traz uma relação entre a educação ambiental sustentabilidade. A EA se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir todos os cidadãos, através de um processo participativo constante que inclui uma consciência critica sobre a problemática ambiental, que nada mais é uma crise [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adaptado por:</strong> Leatrice Talita Rodrigues</p>
<p>O artigo proposto para leitura traz uma relação entre a educação ambiental sustentabilidade. A EA se constitui numa forma abrangente de educação, que se propõe atingir todos os cidadãos, através de um processo participativo constante que inclui uma consciência critica sobre a problemática ambiental, que nada mais é uma crise da própria civilização, onde não é a natureza que se encontra em desarmonia e sim a própria sociedade. O processo de EA requer uma mudança no nosso comportamento e isso inclui cuidar bem da natureza. Boa leitura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><strong>Educação Ambiental e Sustentabilidade</strong></p>
<p style="text-align: center">ROSS, A.; BECKER, E. L. S.</p>
<p><strong>Resumo: </strong>A Educação Ambiental (EA) pode ser entendida como uma metodologia em que cada pessoa pode assumir e adquirir o papel de membro principal do processo de ensino/aprendizagem. Os problemas ambientais ocorrem pelo danoso modo de vida que a humanidade adotou, na qual a ‘sobrevivência’ do homem promove uma utilização exagerada dos recursos naturais e levou a uma situação de crise. Nesse trabalho objetivou-se estabelecer a relação entre a EA e a sustentabilidade, questão esta, abordada frequentemente em nosso cotidiano e também comumente divulgada na mídia, além ponderar sobre esta questão na vida dos seres humanos. O trabalho foi desenvolvido por meio de uma pesquisa bibliográfica reflexiva sobre a necessidade da EA aliada à sustentabilidade, embasada na análise de Foucault (1986). Para este autor deve-se passar de uma análise temporal para uma perspectiva espacial da sociedade. As questões ambientais reclamam por uma nova concepção de ciência que permita a construção de saberes conjuntivos através da exploração dos limites e das fronteiras que, simultaneamente, apartam e aproximam as disciplinas. Nesse sentido, a EA entendida como um tema transversal e interdisciplinar significará a integração de saberes frente à um ‘pensar sistêmico’ (HISSA, 2009). A existência de um ‘pensar sistêmico’ planetário encaminhará o viés econômico e político da atual sociedade para o contexto da sustentabilidade. O desenvolvimento sustentável ocorre a partir de uma lógica que satisfaça as necessidades do presente, sem comprometer a capacidade as necessidades das gerações futuras, pois o saber ambiental emerge de uma reflexão sobre a construção da própria vida humana na Terra. Pode-se inferir que um sistema sustentável só será possível mediante a evolução intelectual e inclusive espiritual do ser humano, além de instaurar a EA em cada sociedade e promover uma conscientização do que realmente pode-se entender sobre o que é sustentabilidade.</p>
<p><strong>Palavras-chave: </strong>meio ambiente, sustentável, humanidade, educação.</p>
<p>Referência: ROSS, A.; BECKER, E. L. S. Educação Ambiental e Sustentabilidade. <strong>Revista Eletrônica em Gestão, Educação e Tecnologia Ambiental</strong>, Santa Maria-RS, v.5, n.5, p.857-866, 2012. Disponível em: &lt;<a href="https://periodicos.ufsm.br/reget/article/viewFile/4259/3035">https://periodicos.ufsm.br/reget/article/viewFile/4259/3035</a>&gt;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ARTIGO: Percepção docente sobre a educação ambiental nos anos iniciais do ensino fundamental</title>
		<link>https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/2017/09/25/artigo-percepcao-docente-sobre-a-educacao-ambiental-nos-anos-iniciais-do-ensino-fundamental/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=artigo-percepcao-docente-sobre-a-educacao-ambiental-nos-anos-iniciais-do-ensino-fundamental</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2017 00:39:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Escrito por: Leatrice Talita Rodrigues &#160; TALINA, M. D. L; MEIRELLES, R. M. S. Resumo Este artigo tem como tema a abordagem da Educação Ambiental (EA) nos anos iniciais do ensino fundamental. Busca uma articulação entre teoria e práxis, apresentando os resultados de uma pesquisa que investiga a concepção docente sobre as práticas educativas recorrentes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Escrito por:</strong> Leatrice Talita Rodrigues</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>TALINA, M. D. L; MEIRELLES, R. M. S.</p>
<p><em><strong>Resumo </strong>Este artigo tem como tema a abordagem da Educação Ambiental (EA) nos anos iniciais do ensino fundamental. Busca uma articulação entre teoria e práxis, apresentando os resultados de uma pesquisa que investiga a concepção docente sobre as práticas educativas recorrentes no ambiente escolar nos anos iniciais do ensino fundamental a respeito das questões ambientais. Os resultados da pesquisa mostram que os professores percebem uma evolução no pensamento e no discurso dos alunos, mas que nem sempre se traduz em atitudes e práticas ambientais sustentáveis. Essa reflexão busca contribuir para as discussões sobre a EA nos anos iniciais do ensino fundamental.</em></p>
<p><strong>Palavras-chave:</strong> educação ambiental; práticas educativas; anos iniciais.</p>
<p>Artigo completo disponível em: <a href="http://revistascientificas.ifrj.edu.br:8080/revista/index.php/reci/article/view/402/391">http://revistascientificas.ifrj.edu.br:8080/revista/index.php/reci/article/view/402/391</a></p>
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		<title>ARTIGO: A importância da Educação Ambiental para o alcance da Sustentabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jul 2017 17:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Escrito por: Renata Bahena Corrêa BORTOLON, Brenda; MENDES, Marisa Schmitt Siqueira. A Importância da Educação Ambiental para o Alcance da Sustentabilidade. Revista Eletrônica de Iniciação Científica. Itajaí, Centro de Ciências Sociais e Jurídicas da UNIVALI. v. 5, n.1, p. 118-136, 1º Trimestre de 2014. Disponível em: www.univali.br/ricc &#8211; ISSN 2236-5044 O artigo mostra um estudo realizado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Escrito por: </strong>Renata Bahena Corrêa</span></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size: 10pt">BORTOLON, Brenda; MENDES, Marisa Schmitt Siqueira. A Importância da Educação Ambiental para o Alcance da Sustentabilidade. <strong>Revista Eletrônica de Iniciação Científica</strong>. Itajaí, Centro de Ciências Sociais e Jurídicas da UNIVALI. v. 5, n.1, p. 118-136, 1º Trimestre de 2014. Disponível em: www.univali.br/ricc &#8211; ISSN 2236-5044</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-size: 18pt"><strong>O</strong></span> artigo mostra um estudo realizado nas escolas de Bombinhas-SC com a finalidade de observar se há possibilidade de a educação ambiental nas escolas influenciar no desenvolvimento sustentável, analisando como as crianças desde pequenas podem ter uma consciência voltada à valorização da vida, através de formação de novos hábitos e estilo de vida diferente, sem o consumismo excessivo, sem o desperdício dos recursos naturais. Com uma pergunta lógica: Quais seriam as atitudes a serem tomadas para mudar essa realidade? Através da busca pela Educação Ambiental, devem entender desde pequenos os princípios básicos da sustentabilidade e consumo.</p>
<p>Em 1999, a educação ambiental tornou-se lei, <strong>Lei N° 9.795</strong> – Lei da Educação Ambiental, onde em seu Art. 2° afirma:</p>
<p style="text-align: right"><em>A educação ambiental é um componente essencial e permanente da educação nacional, devendo estar presente, de forma articulada, em todos os níveis e modalidades do processo educativo, em caráter formal e não-formal.</em></p>
<p>O Brasil é o único país da América Latina que possui uma política nacional específica para a Educação Ambiental. As escolas devem tratar a educação ambiental a partir dos conhecimentos passados para os alunos permitindo que eles observem a natureza como uma prática social.</p>
<p>“O aprender a cuidar da natureza é algo gradativo, onde o ser humano compreende que o uso indevido dos recursos naturais pode afetar sua qualidade de vida e do resto do mundo e que o cuidado com o meio ambiente não é somente responsabilidade dos órgãos governamentais. ”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ARTIGO:</strong> <a href="https://www.univali.br/graduacao/direito-itajai/publicacoes/revista-de-iniciacao-cientifica-ricc/edicoes/Lists/Artigos/Attachments/984/Arquivo%206.pdf">https://www.univali.br/graduacao/direito-itajai/publicacoes/revista-de-iniciacao-cientifica-ricc/edicoes/Lists/Artigos/Attachments/984/Arquivo%206.pdf</a></p>
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		<title>ARTIGO: A Educação Ambiental como estratégia de mobilização social para o enfrentamento da escassez de água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2017 09:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Escrito por: Leatrice Talita Rodrigues PICCOLI, A. S.; KLIGERMAN, D. C.; COHEN, S. C.; ASSUMPÇÃO, R. F. Resumo O artigo 225 da Constituição Brasileira estabelece que todos os brasileiros têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, como um bem de uso comum do povo e essencial à qualidade de vida saudável, impondo-se ao poder público e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Escrito por:</strong> Leatrice Talita Rodrigues</span></p>
<p style="text-align: center">PICCOLI, A. S.; KLIGERMAN, D. C.; COHEN, S. C.; ASSUMPÇÃO, R. F.</p>
<p><strong>Resumo </strong>O artigo 225 da Constituição Brasileira estabelece que todos os brasileiros têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, como um bem de uso comum do povo e essencial à qualidade de vida saudável, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. Este artigo objetiva apresentar uma metodologia de mobilização para o enfrentamento da escassez dos recursos hídricos, tendo como pressuposto o Programa de Educação Ambiental e Mobilização Social em Saneamento (PEAMSS). Trata-se de um estudo orientado pelo método qualitativo do tipo bibliográfico documental, com caráter de pesquisa-ação, tendo a educação como propulsora da participação, mobilização e controle social sobre os recursos hídricos. Inicia-se pela abordagem teórica, a partir dos pressupostos da Educação Ambiental, continuamente com a apresentação do PEAMSS. Comentados e seguidos pela proposição do plano de ação. Conclui-se que o alcance e universalização dos direitos humanos à água e ao saneamento se darão somente com a gestão de águas de modo democrático e participativo. A partir deste estudo observou-se que são necessárias ações para avaliar o alcance do PEAMSS e para traçar novos caminhos para implementação do programa.</p>
<p><strong>Palavras-chave: </strong>Educação ambiental, Participação social, Recursos hídricos, Saneamento ambiental, Saúde Pública.</p>
<p>Artigo completo disponível em: <a href="http://www.scielo.br/pdf/csc/v21n3/1413-8123-csc-21-03-0797.pdf">http://www.scielo.br/pdf/csc/v21n3/1413-8123-csc-21-03-0797.pdf</a></p>
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		<title>A importância da difusão da Educação Ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2017 00:42:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Escrito por: Viviane Fernandes de Souza Notícias publicadas no final do mês de maio nos informaram que o governo federal reduziu em 51% o orçamento do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os cortes foram proporcionalmente maiores que os feitos pelo presidente dos EUA, Donald Trump, no orçamento da Agência de Proteção Ambiental (31%). Fonte: http://proclima.cetesb.sp.gov.br e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 8pt"><strong>Escrito por: </strong>Viviane Fernandes de Souza</span></p>
<p>Notícias publicadas no final do mês de maio nos informaram que o governo federal reduziu em 51% o orçamento do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Os cortes foram proporcionalmente maiores que os feitos pelo presidente dos EUA, Donald Trump, no orçamento da Agência de Proteção Ambiental (31%). Fonte: <a href="http://proclima.cetesb.sp.gov.br">http://proclima.cetesb.sp.gov.br</a> e <a href="http://www.observatoriodoclima.eco.br">http://www.observatoriodoclima.eco.br</a></p>
<p>Embora as abordagens sobre meio ambiente venham ganhando mais espaço desde a década de 70, ainda é um assunto tratado muitas vezes com descaso ou deixado em segundo, terceiro, último plano. Conforme o Art. 225 da Constituição Federal, a sociedade tem o direito e o dever de reivindicar sobre os cuidados ao meio ambiente, pois afinal trata-se da nossa casa em comum. E cabe tanto ao poder público como aos cidadãos preservar este ambiente.</p>
<p>“<em>Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações” </em>(Constituição Federal, 1988).</p>
<p>Para isso é preciso despertar em cada indivíduo a CONSCIÊNCIA AMBIENTAL. Tal conscientização pode ser trabalhada em todos os níveis do ensino e em todas áreas da sociedade através da EDUCAÇÃO AMBIENTAL. E, quando se trata de setor econômico, esta conscientização pode ser trabalhada através de consumidores conscientes que busquem produtos e serviços “ecológicos”. Gerando assim, uma “economia ecologicamente correta”.</p>
<p>O artigo apresentado tomou como base o modelo denominado Variável Ambiental; Percepção e Comportamento do Consumidor – VAPERCOM, desenvolvido para avaliar a percepção do consumidor considerando a variável ambiental nas etapas da ACV (Análise do Ciclo de Vida do produto), visando o incremento da competitividade organizacional. De acordo com os autores, o estudo avaliou o comportamento dos universitários enquanto consumidores, a partir da sua percepção em relação à variável ambiental. E oferece subsídios à gestão organizacional no planejamento de ações, considerando o posicionamento, as expectativas e avaliação deste nicho de consumidores.</p>
<p><a href="http://www.scielo.br/pdf/gp/v16n2/v16n2a10">Artigo: BRANDALISE, L. T. et al. A percepção e o comportamento ambiental dos universitários em relação ao grau de educação ambiental. <em><strong>Gestão</strong></em><strong> </strong><strong>&amp; Produção.</strong> São Carlos, v. 16, n. 2, p. 273-285, abr.-jun. 2009.</a></p>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2016/12/cropped-logos-for-amp-gt-green-recycle-logo-vector-146947.jpeg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-241 size-thumbnail" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2016/12/cropped-logos-for-amp-gt-green-recycle-logo-vector-146947-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
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