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	<title>Notícias</title>
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		<title>Sacos plásticos solúveis em água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Aug 2018 10:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[Plástico]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Fernanda Naiara Voinarski. Fonte: Jornalcruzeiro Derivada de uma pedra calcária que não causa danos ao meio ambiente, um grupo de empreendedores chilenos criam sacos plásticos e de tecido reutilizáveis solúveis em água e que não contaminam. Roberto Astete e Cristian Olivares, os responsáveis pela descoberta, estavam fazendo experimentos para produzir um detergente biodegradável, mas acabam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por: Fernanda Naiara Voinarski.</p>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2018/08/sacos.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-731 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2018/08/sacos.jpg" alt="" width="660" height="472" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2018/08/sacos.jpg 660w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2018/08/sacos-300x215.jpg 300w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a></p>
<p style="text-align: center"><span style="font-size: 10pt">Fonte: Jornalcruzeiro</span></p>
<p style="text-align: justify">Derivada de uma pedra calcária que não causa danos ao meio ambiente, um grupo de empreendedores chilenos criam sacos plásticos e de tecido reutilizáveis solúveis em água e que não contaminam.</p>
<p style="text-align: justify">Roberto Astete e Cristian Olivares, os responsáveis pela descoberta, estavam fazendo experimentos para produzir um detergente biodegradável, mas acabam descobrindo como fazer sacolas plásticas substituindo os derivados de petróleo por PVA (álcool polivinílico, solúvel em água).</p>
<p style="text-align: justify">O Chile foi um dos primeiros países a proibir a utilização de sacolas plásticas em lugares comerciais, e segundo Astete, pretendem começar a comercializar os novos sacos plásticos a partir de outubro.</p>
<p style="text-align: justify">Enquanto o plástico tradicional demora entre 150 e 500 anos para se degradar, este demora apenas 5 minutos para se solubilizar totalmente em água fria ou de bolsas de tecido reutilizáveis em água quente. E o que fica na água é só carbono, que não causa mal algum à saúde. Outro ponto positivo é que os sacos são antiasfixia.</p>
<p style="text-align: justify">A iniciativa ganhou o prêmio SingularityU Chile Summit 2018 como empreendimento estimulador de mudança, o que proporcionou aos empreendedores um estágio no Vale do Silício a partir de setembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referência:</p>
<p style="text-align: justify">https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2018/07/25/chilenos-criam-sacos-plasticos-soluveis-em-agua-e-que-nao-poluem.htm acessado em 02/08</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Projeto de Lei 750/11 pode ser prejudicial para o Pantanal?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 12:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Adaptado por: Leatrice Talita Rodrigues &#160; A notícia relata sobre o Projeto de Lei 750/11 que dispõe sobre a Política de Gestão e Proteção do Bioma Pantanal de autoria do então Senador Blairo Maggi, atualmente ministro da Agricultura, que de acordo com ambientalistas e pesquisadores beneficiará especialmente grandes proprietários rurais e empresas do ramo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Adaptado por:</strong> Leatrice Talita Rodrigues</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A notícia relata sobre o<strong> Projeto de Lei 750/11</strong> que dispõe sobre a <strong>Política de Gestão e Proteção do Bioma Pantanal</strong> de autoria do então Senador Blairo Maggi, atualmente ministro da Agricultura, que de acordo com ambientalistas e pesquisadores beneficiará especialmente grandes proprietários rurais e empresas do ramo de infraestrutura, como energia e transporte, além de serem prejudiciais ao equilíbrio do ecossistema local e sobrevivência da população local. Saiba mais sobre o assunto, através do link disponível, bem como sobre o PL em andamento. Boa leitura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Projeto de Lei 750/11 pode ser prejudicial para o Pantanal?</strong></p>
<p>Considerado patrimônio ambiental brasileiro, o Pantanal vive momentos decisivos. Está tramitando no Congresso o Projeto de Lei 750/11 conhecido como <strong>Lei do Pantanal</strong> que apoia a preservação deste bioma.</p>
<p>O Pantanal é uma planície inundável localizada na Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai e possui território em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, além de Paraguai e Bolívia, conforme podemos verificar no mapa logo abaixo (figura 1). Esta é considerada a maior área úmida do planeta.</p>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a2.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-566 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a2-215x300.jpg" alt="" width="215" height="300" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a2-215x300.jpg 215w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a2.jpg 348w" sizes="(max-width: 215px) 100vw, 215px" /></a> <a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a1.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-565 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a1-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a1-300x231.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a1.jpg 348w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: center"><strong>Figura 1:</strong> mapa de localização do Pantanal.</p>
<p style="text-align: center">Fonte: Pantanal Monumental, 2014.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para ambientalistas e demais pessoas do setor ambiental, caso a Lei seja aprovada como está, pode ocorrer um retrocesso na área de preservação, pois ao invés de aumentar pode favorecer ainda mais o desmatamento. Por isso, pesquisadores defendem regras mais específicas na Lei do Pantanal.</p>
<p>Governistas que são favoráveis a Lei, garantem que o projeto é para preservação do bioma e não a sua degradação. Algumas mudanças ocorreram na Lei desde 2011, sendo uma delas a retirada de trechos como a proibição ao uso de agrotóxicos, que pode prejudicar tanto a fauna como a flora local além de contaminar águas superficiais e lençóis freáticos.</p>
<p>Porém, dados publicados pelo Ministério Público do Mato Grosso do Sul, demonstram o contrário do que os governistas pregam, pois de maneira ilegal, 70.648 hectares foram desmatados na região, o equivalente a 100 mil campos de futebol. E o desmatamento está dando lugar ao plantio da soja, que antes era plantada na parte alta, mas que atualmente está ocupando as planícies, onde já é considerada uma área de transição ou dentro da área do Pantanal. Com o crescente plantio de soja se aproximando das nascentes dos rios, estudiosos temem que futuramente haja danos irreversíveis ao bioma.</p>
<p>Outro ponto que deve ser discutido, mas que o PL não especifica condições adequadas, são as construções das hidrelétricas ao longo dos rios que formam o bioma. Pois nem sempre é realizado um estudo adequado para a instalação deste empreendimento, trazendo impactos para a qualidade da água e para o ciclo de reprodução dos peixes.</p>
<p>Portanto, é de suma importância a intensa participação de todas as partes, bem como a discussão sobre este PL, para que tenha regras claras e específicas para proteção dos habitats, cabeceiras e nascentes dos rios, encostas e outros. Não podemos permitir que o interesse de poucos se sobreponha sobre o interesse de muitos. Vamos preservar o Pantanal, para que essas maravilhas possam continuar sendo vistas, conforme figuras 2 e 3.</p>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-567 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a3-300x134.jpg" alt="" width="300" height="134" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a3-300x134.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a3-768x343.jpg 768w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a3-1024x458.jpg 1024w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a3.jpg 1384w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: center"><strong>Figura 2:</strong> Fauna e Flora do Pantanal.</p>
<p style="text-align: center">Fonte: Fauna do Pantanal, 2010.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-568 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a4-300x214.jpg" alt="" width="300" height="214" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a4-300x214.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/a4.jpg 400w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><strong>Figura 3:</strong> Fauna e Flora do Pantanal.</p>
<p style="text-align: center">Fonte: B.i.T, 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referências:</strong></p>
<p>B.i.T. BRAZILIAN INCENTIVE &amp; TOURISM. <strong>When in the best season to visit the Pantanal</strong>. Disponível em: &lt;<a href="http://www.bitourism.com/why-visit-brazil/eco-corridors/506-when-in-the-best-season-to-visit-the-pantanal">http://www.bitourism.com/why-visit-brazil/eco-corridors/506-when-in-the-best-season-to-visit-the-pantanal</a>&gt;. Acesso em: 02 nov. 2017.</p>
<p>FAUNA DO PANTANAL. Disponível em: &lt;<a href="http://www.webquestfacil.com.br/webquest.php?pg=creditos&amp;wq=7071">http://www.webquestfacil.com.br/webquest.php?pg=creditos&amp;wq=7071</a>&gt;. Acesso em: 02 nov. 2017.</p>
<p>G1 NATUREZA. <strong>Em meio a avanço agrícola, defensores do Pantanal temem que nova lei fragilize proteção ambiental.</strong> Disponível em: &lt;<a href="https://g1.globo.com/natureza/noticia/em-meio-a-avanco-agricola-defensores-do-pantanal-temem-que-nova-lei-fragilize-protecao-ambiental.ghtml">https://g1.globo.com/natureza/noticia/em-meio-a-avanco-agricola-defensores-do-pantanal-temem-que-nova-lei-fragilize-protecao-ambiental.ghtml</a>&gt;. Acesso em: 02 nov. 2017.</p>
<p>PANTANAL MONUMENTAL. <strong>As flores no Pantanal</strong>. Disponível em: &lt;<a href="https://pantanalmonumental.wordpress.com/2014/05/17/as-flores-no-pantanal">https://pantanalmonumental.wordpress.com/2014/05/17/as-flores-no-pantanal</a>/&gt;. Acesso em: 02 nov. 2017.</p>
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		<title>A lixeira aquática que pode contribuir para a limpeza de mares e oceanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 10:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Adaptado por: Leatrice Talita Rodrigues &#160; Veja que interessante esta ideia de dois surfistas australianos que criaram uma lixeira aquática alimentada por energia solar, que pode sugar sacos plásticos e outros detritos que estão flutuando no oceano que comprometem a fauna marinha, além de poluir os mares e oceanos. Segundo os criadores da lixeira, ela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Adaptado por:</strong> Leatrice Talita Rodrigues</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja que interessante esta ideia de dois surfistas australianos que criaram uma lixeira aquática alimentada por energia solar, que pode sugar sacos plásticos e outros detritos que estão flutuando no oceano que comprometem a fauna marinha, além de poluir os mares e oceanos.</p>
<p>Segundo os criadores da lixeira, ela pode coletar 1,5Kg de lixo por dia, o que equivale a 83 mil sacolas plásticas por ano. Estima-se que 5 milhões de toneladas de plástico sejam jogados aos mares e oceanos todos os anos. Outro dado alarmante, estima-se que mais de 5 trilhões de pedaços plásticos estão flutuando pelos mares e oceanos de todo o planeta, o que provoca danos ambientais irreparáveis a flora e fauna do local.</p>
<p>Portanto, está é uma iniciativa muito legal e que vale a pena ser compartilhada e colocada em prática. Abaixo está o vídeo feito pelos australianos, que mostra o funcionamento da lixeira. Vem ver!</p>
<p style="text-align: center"><span style="font-size: 14pt"><strong><a href="http://www.bbc.com/portuguese/geral-40039382">http://www.bbc.com/portuguese/geral-40039382</a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Referência</strong></p>
<p>BBC Brasil. <strong>A lixeira aquática que suga até 83 mil sacos plásticos por ano com energia solar</strong>. Disponível em: &lt;http://www.bbc.com/portuguese/geral-40039382&gt;. Acesso em: 02 nov. 2017.</p>
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		<title>GANHADOR do Concurso &#8211;  logotipo ECOSCIENTE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 16:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O concurso que escolheria o logotipo para nosso site encerrou-se nesta segunda-feira, 20/11/2017, e tivemos como ganhador o acadêmico do quarto período do curso  de Engenharia Ambiental, Carlos Casturino Bueno da Silva Cruz. Carlos descreve seu logotipo da seguinte forma: &#8220;Ele contém elementos interligando a consciência ecológica, tendo o ser humano ao centro representado por um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O concurso que escolheria o logotipo para nosso site encerrou-se nesta segunda-feira, 20/11/2017, e tivemos como ganhador o acadêmico do quarto período do curso  de Engenharia Ambiental, <strong>Carlos Casturino Bueno da Silva Cruz</strong>.</p>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/Ecosciente.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-611 size-large aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/Ecosciente-1024x500.png" alt="" width="610" height="298" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/Ecosciente.png 1024w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/Ecosciente-300x146.png 300w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/Ecosciente-768x375.png 768w" sizes="auto, (max-width: 610px) 100vw, 610px" /></a></p>
<p>Carlos descreve seu logotipo da seguinte forma:</p>
<p style="text-align: center"><strong><em>&#8220;Ele contém elementos interligando a consciência ecológica, tendo o ser humano ao centro representado por um pulmão/cérebro (órgão vital) formado por folhas, indicando a necessidade de um ecossistema preservado e limpo, as raízes abaixo indicam que a ideia de preservação deve estar “enraizada” em todos para que seja possível uma melhor qualidade de vida. Abaixo das raízes foi incorporado um filete azul representando os recursos hídricos que merecem cada dia mais atenção; ao entorno está o ciclo da reciclagem/sustentabilidade representando o reaproveitamento dos recursos e redução da exploração; sobre o ciclo da reciclagem/sustentabilidade está o nome do portal “Ecosciente” escrito em fonte “Coca cola ii” representando fluidez e leveza e por fim, ao redor está a engrenagem simbolizando a Engenharia Ambiental&#8221;.</em></strong></p>
<p style="text-align: center"><em><strong>Resumo: O logotipo representa a pureza e fluidez de uma ideia de conservação representada também por uma paisagem, indicando algo puro, limpo e que deve ser mantido.</strong></em></p>
<p>Parabenizamos o acadêmico pela sua logo e agradecemos pela sua contribuição!</p>
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		<item>
		<title>ACIDENTES AMBIENTAIS BRASILEIROS: O DESASTRE DE MARIANA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2017 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Adaptado por: Julia Bianek A tragédia provocada pelo rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, completou no último domingo (05/11/2017) dois anos. O desastre apontado como maior do mundo envolvendo rejeitos de mineração, feriu cruelmente o direito de acesso a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Direito este, assegurado constitucionalmente, e que representa a extensão do direito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Adaptado por: </strong></span><span style="font-size: 10pt">Julia Bianek</span></p>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/fo.png"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-586 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/fo-300x237.png" alt="" width="300" height="237" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/fo-300x237.png 300w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/fo.png 498w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>A tragédia provocada pelo rompimento da barragem da Samarco, em Mariana, completou no último domingo (05/11/2017) dois anos. O desastre apontado como maior do mundo envolvendo rejeitos de mineração, feriu cruelmente o direito de acesso a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Direito este, assegurado constitucionalmente, e que representa a extensão do direito à vida!</p>
<p>O rompimento da barragem de Fundão gerou uma onda de lama tão devastadora e poluente que, durante sua trajetória até o mar do Espírito Santo, dizimou o município de Bento Gonçalves deixando centenas de pessoas desabrigadas. Contaminou água e solo com o resíduo tóxico, cuja complexidade não está apenas na composição, mas também no desconhecimento dos efeitos que poderão ser causados por seus precursores. Soterrou nascentes, contaminou importantes rios, como o rio do Carmo e o Rio Doce, prejudicou o abastecimento de várias cidades e comprometeu o abastecimento futuro. Destruiu florestas inteiras, algumas delas em áreas de preservação permanente, afetando biomas únicos.   Pessoas que eram direta e indiretamente subsidiadas pelos recursos naturais do local tiveram sua fonte de sustento inutilizada, o que afetou não somente a sua qualidade de vida mas também fez com que se perdesse parte de sua própria história e identidade.</p>
<p>Passados dois anos da maior tragédia ambiental da história do Brasil o cenário ainda é desolador.</p>
<p>A qualidade da água dos rios afetados está longe de voltar ao normal, segundo a Associação SOS Mata Atlântica, em 72% das análises, a qualidade é ruim e em 16%, péssimo. O rejeito estacionado às margens e no leito do rio é resuspenso nas águas através da ação do vento ou chuvas. Em algumas áreas a camada de rejeito, abaixo do nível d’água, chega a ter mais de 3 metros de profundidade, uma eventual retirada pode causar a reintrodução de complexos tóxicos e metálicos à natureza, podendo causar um impacto tão negativo quanto a sua estagnação no local.</p>
<p>A biodiversidade aquática ainda vem sendo severamente assolada, recuperando-se a curtos passos. Segundo pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa, antes da tragédia o Rio Doce contava com aproximadamente 80 espécies de peixes nativas e 26 espécies exóticas. Atualmente, foram coletadas 36 espécies ao total, sendo que 14 delas eram espécies exóticas. A medida em que, espécies exóticas vem se regenerando, geram mais um fator de repressão para as espécies nativas (muitas delas ameaçadas de extinção), prejudicando o processo de recomposição da fauna.</p>
<p>Este déficit na ictiofauna das bacias hidrográficas afetadas, contabilizam um amargo prejuízo econômico a população, que antes, era subsidiada pela pesca e turismo na região, e hoje, sobrevivem, a duras penas, com um auxílio fornecido pela mineradora.</p>
<p>Um dos maiores desafios na reabilitação da área são a sua singularidade e magnitude. Mariana está localiza em uma região conhecida como quadrilátero ferrífero, que foi marcada historicamente pelo garimpo e mineração, e que hoje padece de novos males.  Registos médicos relacionam o aumento na incidência de alergia cutâneas e problemas respiratórios à exposição a poeira residual. Pouco se sabe sobre os efeitos que este tipo de atividade pode causar ao meio ambiente e como a possível potencialização dos poluentes pode afetar os organismos, a curto e longo prazo, dentro dos diversos níveis tróficos.</p>
<p>Mesmo o Brasil possuindo uma densa legislação ambiental, não conseguiu evitar o desastre e punir efetivamente os responsáveis. Resta aguardar uma proposta justa e eficaz de intervenção para a reversão do quadro social e ambiental, assim como a efetiva implantação e monitoramento do plano de recuperação das áreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fontes:</strong></p>
<p>JUNGER, L.; BONELLA, M. Lama afeta Rio Doce e os moradores dois anos após tragédia em Mariana. Jornal Hoje, 02 nov. 2017. Disponível em &lt;http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2017/11/lama-afeta-rio-doce-e-os-moradores-dois-anos-apos-tragedia-em-mariana.html&gt;. Acesso em 04 nov. 2017.</p>
<p>MOTA, C. V. Mariana, 2 anos: o trágico dilema da família que precisa escolher qual dos filhos doentes tratar. Racismo ambiental, 31 out. 2017. Disponível em: &lt; https://racismoambiental.net.br/2017/10/31/mariana-2-anos-o-tragico-dilema-da-familia-que-precisa-escolher-qual-dos-filhos-doentes-tratar/&gt;. Acesso em: 04 nov. 2017.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>LIXO NOS OCEANOS</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Nov 2017 20:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto adaptado: Jéssica Chiafitela Fonte: ONUBR, 2017 Um problema que atinge a população de uma forma indireta é o lixo nos oceanos como por exemplo: plásticos, isopor, metal, fraldas, entre outros materiais que se encontram nos mares. Esses materiais apresentam uma decomposição muito lenta afetando principalmente a vida marinha. Mas, é um problema que pode [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Texto adaptado:</strong> Jéssica Chiafitela</span></p>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/onu.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-549 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/onu-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/onu-300x225.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/onu-768x576.jpg 768w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/onu-1024x768.jpg 1024w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/onu.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: center">Fonte: ONUBR, 2017</p>
<p>Um problema que atinge a população de uma forma indireta é o lixo nos oceanos como por exemplo: plásticos, isopor, metal, fraldas, entre outros materiais que se encontram nos mares. Esses materiais apresentam uma decomposição muito lenta afetando principalmente a vida marinha. Mas, é um problema que pode estar no fim, desde que tenha um destino correto.</p>
<p>O Ministério do Meio Ambiente anunciou na terça-feira (19/09/2017) que o Brasil entrou em uma Campanha Global Mares Limpos, norteado pelas Nações Unidas após a 72ª Assembleia Geral da ONU que ocorreu este ano. Esta ação tem previsão de duração de 5 anos, com a participação de aproximadamente 40 países. A ONU Meio Ambiente estima que cerca de 8 milhões de toneladas de plástico encontram-se nos oceanos, prejudicando a vida marinha e a economia costeira, sendo um dos meios de comércio e tráfego de embarcações. O Brasil apresenta estratégias no combate ao lixo nos oceanos e tendo uma iniciativa com o Programa Nacional de Conservação da Linha de Costa Brasileira (PROCOSTA) como o foco de monitoramento na faixa litorânea do país (MMA, 2017).</p>
<p>Em 2016, um sério problema que foi bastante divulgado nos noticiários devido às Olimpíadas no Rio de Janeiro, foi o lançamento do esgoto e o acúmulo de lixo na Baía de Guanabara, deixando os atletas com medo da contaminação por bactérias. Esta porém, não é uma situação isolada, frequentemente os noticiários reportam sobre contaminações por lixo em várias regiões do planeta.</p>
<p>Para que esta situação não ocorra novamente e a campanha tenha sucesso, não depende apenas da ação do governo e de instituições privadas, mas sim da ação de toda a população, com a conscientização que lixo não é na areia, no mar ou no rio, mas sim dentro da lixeira onde receberá uma destinação adequada.</p>
<p>Fonte: https:<a href="https://www.youtube.com/watch?v=6C0a8jTdfyA">//www.youtube.com/watch?v=6C0a8jTdfyA</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Meio Ambiente sob ameaça no Congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Nov 2017 17:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Adaptado por: Izabella Vanessa Kinczel O licenciamento ambiental é um instrumento que auxilia na prevenção de danos ambientais de atividades que sejam poluidoras ou causem alguma degradação ao meio.[2] Segundo o site, Carta Capital, no Congresso Nacional tramitam projetos ambientais cujo objetivo é alterar as regras de licenciamento ambiental no país, descartando a obrigatoriedade de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Adaptado por:</strong> Izabella Vanessa Kinczel</span></p>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/111.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-544 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/111-300x245.jpg" alt="" width="300" height="245" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/111-300x245.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/111.jpg 750w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p>O licenciamento ambiental é um instrumento que auxilia na prevenção de danos ambientais de atividades que sejam poluidoras ou causem alguma degradação ao meio.<sup>[2]</sup></p>
<p>Segundo o site, Carta Capital, no Congresso Nacional tramitam projetos ambientais cujo objetivo é alterar as regras de licenciamento ambiental no país, descartando a obrigatoriedade de audiência pública com os impactados pelos empreendimentos e também impõe prazos curtos para os órgãos que auxiliam os processos de licenciamento, por exemplo, a Funai (Fundação Nacional do Índio) e o ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).<sup>[2]</sup></p>
<p>O PL 654/2015, de autoria do Senador Romero Jucá (PMDB/RR) ainda em tramitação, dispõe sobre o procedimento de licenciamento ambiental especial para empreendimentos de infraestrutura considerados estratégicos e de interesse nacional. <sup>[3]</sup></p>
<p>Outro Projeto de Lei que está sendo discutido é o PLS 602/2015 de autoria do Senador Delcidio do Amaral, cujo projeto dispõe sobre a citação do Balcão Único de Licenciamento Ambiental dos empreendimentos considerados estratégicos e prioritários para o Estado e dá outras providências. Esse projeto ainda está em tramitação no Congresso.<sup>[4]</sup></p>
<p>A simplificação do processo de licenciamento ambiental no ver dos deputados prevê prazos curtos para a realização de grandes obras que consequentemente trazem benefício econômico para o país, porém, a alteração das regras de licenciamento poderão originar sérios problemas ao meio ambiente, pois a fiscalização nas três etapas do licenciamento garante essa preservação.</p>
<p>Com as alterações, se propõe a criação de um licenciamento unificado, o que abre brechas para o não cumprimento de condicionantes ambientais, autorizando o avanço de uma etapa sem que os requisitos da anterior tenham sido cumpridos.</p>
<p>Com isso, celebridades, ativistas de organizações de defesa ambiental, lideranças indígenas e parlamentares que integram a Frente Ambientalista entregam uma carta de repúdio a esses projetos, pois na opinião do grupo ameaçam a preservação da Amazônia. No documento, os artistas afirmam que não aceitarão “a destruição da floresta nem ataques aos direitos dos povos indígenas e tradicionais”<sup>[1]</sup>.</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<p>[1]. <a href="http://portalamazonia.com/noticias/artistas-fazem-ato-em-defesa-da-amazonia-no-congresso-nacional">http://portalamazonia.com/noticias/artistas-fazem-ato-em-defesa-da-amazonia-no-congresso-nacional</a></p>
<p>[2]. <a href="https://www.cartacapital.com.br/politica/meio-ambiente-sob-ameaca-no-congresso">https://www.cartacapital.com.br/politica/meio-ambiente-sob-ameaca-no-congresso</a></p>
<p>[3].   <a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/123372">https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/123372</a></p>
<p>[4].http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=964537</p>
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		<title>Aplicativo gratuito permite monitorar intensidade da seca no Nordeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2017 17:56:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Adaptado por: Renata Bahena Corrêa Desde o dia 03 de outubro de 2017 o aplicativo está disponível no Android e iOS para monitorar a intensidade da seca em todo o Nordeste entre julho de 2014 e agosto de 2017. Este aplicativo indica quais são os nivelamentos de seca, por: fraca, moderada, grave ou extrema. Além [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Adaptado por:</strong> Renata Bahena Corrêa</span></p>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/cli.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-538 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/cli-169x300.jpg" alt="" width="169" height="300" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/cli-169x300.jpg 169w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/cli-576x1024.jpg 576w, https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/11/cli.jpg 720w" sizes="auto, (max-width: 169px) 100vw, 169px" /></a></p>
<p><span style="font-size: 18pt"><strong>D</strong></span>esde o dia 03 de outubro de 2017 o aplicativo está disponível no Android e iOS para monitorar a intensidade da seca em todo o Nordeste entre julho de 2014 e agosto de 2017. Este aplicativo indica quais são os nivelamentos de seca, por: fraca, moderada, grave ou extrema.</p>
<p>Além disso, qualquer pessoa pode adquirir o aplicativo, mesmo que não more nesta região, pois seu intuito é agregar conhecimento em base dos nivelamentos de seca e também quais são os possíveis impactos, sejam eles longos ou em curto prazo da economia. Podendo assim ajudar a desenvolver um melhor planejamento para essas situações de seca.</p>
<p>Para o desenvolvimento deste aplicativo foram realizadas parcerias com Agência Nacional de Águas (ANA), participam do Monitor de Secas instituições como a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME) e o Núcleo Geoambiental da Universidade Estadual do Maranhão (NuGeo/UEMA).</p>
<p>Também se deve ressaltar a importância do monitoramento de outras regiões, pois cada região do país representa uma vulnerabilidade diferente. Como por exemplo, no Paraná, possui um novo cenário em relação ao clima. Com algumas regiões sendo mais impactadas do que outras em relação as pluviosidades, precipitações e temperaturas. A partir do <em>software</em> <em><u>SisVuClima </u></em>disponibiliza por meio de tabelas, gráficos e mapas temáticos, informações sobre doenças associadas ao clima, ocorrência de desastres naturais, grupos sociais mais sensíveis à mudança do clima, cobertura vegetal e os municípios mais vulneráveis à mudança do clima.</p>
<p>Destaca-se que em 04 de novembro de 2004 foi realizada Opções Metodológicas para identificação da Vulnerabilidade às Mudanças Climáticas no Brasil e na União Europeia, com o objetivo de apresentar e debater diferentes metodologias e abordagens para assimilação da vulnerabilidade às mudanças climáticas, a partir de experiências no Brasil e na UE, com vistas a apoiar a elaboração de uma estratégia nacional de adaptação climática.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2017/10/aplicativo-gratuito-permite-monitorar-intensidade-da-seca-no-nordeste">http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2017/10/aplicativo-gratuito-permite-monitorar-intensidade-da-seca-no-nordeste</a></p>
<p><a href="http://www.cpqrr.fiocruz.br/pg/ferramenta-mapeia-municipios-do-parana-mais-vulneraveis-a-mudanca-do-clima/">http://www.cpqrr.fiocruz.br/pg/ferramenta-mapeia-municipios-do-parana-mais-vulneraveis-a-mudanca-do-clima/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mortandade das abelhas: um risco para produção de alimentos e biodiversidade</title>
		<link>https://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/2017/09/26/mortandade-das-abelhas-um-risco-para-producao-de-alimentos-e-biodiversidade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=mortandade-das-abelhas-um-risco-para-producao-de-alimentos-e-biodiversidade</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2017 14:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Preservação dos Animais]]></category>
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					<description><![CDATA[Escrito por: Leatrice Talita Rodrigues A mortandade de abelhas é um problema global, sendo que as abelhas que têm contato com os agrotóxicos podem morrer ou ter efeitos subletais, como irritabilidade, confusão, mudanças na atividade motora, dificuldade de comunicação, dentre outros. E a diminuição das colmeias pode levar a redução da polinização, responsável pela reprodução das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Escrito por:</strong> Leatrice Talita Rodrigues</span></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="http://www.ecoagencia.com.br/fotos_noticias_1/Abelhas_g.jpg" /></p>
<p>A mortandade de abelhas é um problema global, sendo que as abelhas que têm contato com os agrotóxicos podem morrer ou ter efeitos subletais, como irritabilidade, confusão, mudanças na atividade motora, dificuldade de comunicação, dentre outros. E a diminuição das colmeias pode levar a redução da polinização, responsável pela reprodução das plantas.</p>
<p>A polinização é essencial para a reprodução e manutenção da diversidade de espécies de plantas, além de prover alimentos para humanos. Cerca de 80% das espécies de plantas que contém flores dependem da polinização animal, sendo as abelhas os principais polinizadores (73%).</p>
<p>Nas três reportagens destacadas pelos links abaixo, descreve este fenômeno que está ocorrendo devido ao uso indiscriminado de agrotóxico nas lavouras, o que está assustando os apicultores e órgãos responsáveis pelo meio ambiente. Vale a pena a leitura e a conscientização sobre o tema.</p>
<p><strong>Links das três reportagens:</strong></p>
<p><a href="http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&amp;id=VZlSXRlVONlUsRmcOZlVaNGbKVVVB1TP">http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&amp;id=VZlSXRlVONlUsRmcOZlVaNGbKVVVB1TP</a></p>
<p><a href="http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&amp;id=VZlSXRFWWNlUsRmcOZlVaNGbKVVVB1TP">http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&amp;id=VZlSXRFWWNlUsRmcOZlVaNGbKVVVB1TP</a></p>
<p><a href="http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&amp;id=VZlSXRFWwJlUsRmcOZlVaNGbKVVVB1TP">http://www.ecoagencia.com.br/?open=noticias&amp;id=VZlSXRFWwJlUsRmcOZlVaNGbKVVVB1TP</a></p>
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		<title>EMPRESA DE CIMENTOS RECEBE SELO VERDE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ECOSCIENTE - Portal de Educação Ambiental]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 10:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Escrito por: Renata Bahena Corrêa Hoje em dia as empresas estão em busca de mostrar sua valorização em preservar o meio ambiente, passando assim, por inspeções para tentar garantir um Selo Verde, aumentando o prestígio e credibilidade da empresa. Além da credibilidade, essas empresas se tornam exemplo para que seus colaboradores e a comunidade também queiram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 10pt"><strong>Escrito por: </strong>Renata Bahena Corrêa</span></p>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/07/votorantin.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-474 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/educacaoambiental/files/2017/07/votorantin.jpg" alt="" width="282" height="89" /></a></p>
<p><span style="font-size: 24pt"><strong>H</strong></span>oje em dia as empresas estão em busca de mostrar sua valorização em preservar o meio ambiente, passando assim, por inspeções para tentar garantir um Selo Verde, aumentando o prestígio e credibilidade da empresa. Além da credibilidade, essas empresas se tornam exemplo para que seus colaboradores e a comunidade também queiram melhorar o ambiente em que trabalham e vivem. Essa é a nova realidade da <a href="http://www.votorantimcimentos.com.br/htms-ptb/Default.htm"><u>Votorantim Cimentos de Nobres (MT</u>)</a>, que acaba de obter o Selo Verde concedido pelo Governo do Estado de Mato Grosso.</p>
<p>Desde 1991, a <u>Votorantim Cimentos de Nobres</u> produz cimento da marca Itaú (1,2 milhão de toneladas do produto por ano), calcário e argila, clínquer e calcário agrícola. A unidade passou por expansão em 2008 e hoje emprega 160 trabalhadores diretos. Seu processo produtivo reduz significativamente as emissões de CO2, por meio do incremento de diferentes insumos para a formulação do cimento. O principal insumo é a argila pozolânica, matéria-prima que não provoca emissão de CO2 pela calcinação do calcário. Ao adicionar parte desse insumo na fabricação do cimento, há redução de mais de 50% das emissões de CO2 na atmosfera.</p>
<p>Além de operar de forma ecoeficiente, a Votorantim Cimentos desenvolve ações de preservação ambiental que beneficiam a comunidade local, como a conservação de 296 hectares de vegetação nativa, área nomeada como Reserva Natural Cachoeira do Tombador, que recebeu do Órgão Ambiental do Estado de Mato Grosso (Sema) o título de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). O espaço tem extrema importância e relevância para a preservação dos biomas de Cerrado e de transição amazônica, pois faz corredor ecológico com outra unidade de conservação, com mais de 77 mil hectares, a Área de Proteção Ambiental das Nascentes do Rio Paraguai.</p>
<p>Essa empresa além de promover várias outras ações de preservação ao meio ambiente agora está em busca de uma nova certificação, a ISO 14001, concedida às empresas que possuem sistemas de gestão ambiental adequadas à norma internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>FONTE: Indústria é reconhecida por atuar com boas práticas de meio ambiente: <a href="http://www.folhamax.com.br/cidades/industria-e-reconhecida-por-atuar-com-boas-praticas-de-meio-ambiente/87831">http://www.folhamax.com.br/cidades/industria-e-reconhecida-por-atuar-com-boas-praticas-de-meio-ambiente/87831</a></p>
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Object Caching 13/183 objects using Memcached
Page Caching using Disk: Enhanced 
Database Caching 1/85 queries in 0.033 seconds using Memcached (Request-wide modification query)

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