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	<title>paulohenrique &#8211; Grupo PET Física &#8211; UNICENTRO</title>
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		<title>Parábolas: As curvas misteriosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 18:10:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geometria]]></category>
		<category><![CDATA[ondas]]></category>
		<category><![CDATA[parábolas]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Gabriele Chomen             O estudo das ciências exatas vem sendo realizado, queira ou não, ainda de uma forma muito abstrata em sala de aula, onde vários conteúdos são abordados e desenvolvidos apenas teoricamente e com equações, não tendo sentido para os alunos &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2016/03/30/parabolas-as-curvas-misteriosas/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por: Gabriele Chomen</p>
<p style="text-align: justify">            O estudo das ciências exatas vem sendo realizado, queira ou não, ainda de uma forma muito abstrata em sala de aula, onde vários conteúdos são abordados e desenvolvidos apenas teoricamente e com equações, não tendo sentido para os alunos e até mesmo alguns professores. Esse processo de ensino-aprendizagem vem reforçar as dificuldades que muitos encontram em compreender os conteúdos trabalhados nessa disciplina. Mas se encontrássemos exemplos e aplicações, das teóricas seria menos abstrato, não?! É por este motivo que hoje iremos definir parcialmente o que é uma parábola e daremos algumas aplicações dela.</p>
<p style="text-align: justify">            Denominamos parábola ao lugar geométrico dos pontos de um plano que são equidistantes de uma reta dada d e de um ponto dado F, F ∉ d, do plano. O ponto F chama-se foco e a reta d chama-se diretriz da parábola. A distância entre F e d, que vamos representar por 2p, chama-se parâmetro da parábola. O ponto V da parábola, tal que dVF = p, é o vértice e a reta VF é denominada eixo da parábola (eixo de simetria da parábola).</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-I-1.jpg" rel="attachment wp-att-1552"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1552" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-I-1.jpg" alt="Imagem I" width="277" height="190" /></a></p>
<p style="text-align: justify">           As aplicações da parábola, em 3D(paraboloide) são inúmeras, como:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify">Ao ligar faróis de carro, os raios de luz, provenientes da lâmpada que se encontra no foco da parábola, incidem num espelho parabólico e são refletidos paralelamente ao eixo de simetria.</li>
</ul>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-II-1.jpg" rel="attachment wp-att-1553"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1553" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-II-1-300x98.jpg" alt="Imagem II" width="300" height="98" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-II-1-300x98.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-II-1.jpg 403w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<ul>
<li style="text-align: justify">Em Odeillo no sul da França, onde a incidência de luz do Sol é intensa, foi construído um grande espelho côncavo, que é usado como “forno solar”. Como a distância do Sol à Terra é de cerca de 150 milhões de quilômetros, quando o feixe de luz solar nos atinge, seus raios já estão praticamente paralelos. Portanto, ao se refletirem no espelho do forno solar, os raios desse feixe convergem para seu foco, onde haverá uma grande concentração de energia, tanto luminosa quanto térmica. Assim, no foco do espelho há uma elevação de temperatura e, nesse ponto, é colocado o dispositivo que irá utilizar a energia concentrada. Se a distância focal do espelho for 10 m, esse dispositivo deverá ser colocado a 10 m do vértice do espelho, ficando assim, exatamente sobre o foco.</li>
</ul>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-III-1.jpg" rel="attachment wp-att-1554"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1554" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-III-1-300x218.jpg" alt="Imagem III" width="300" height="218" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-III-1-300x218.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-III-1.jpg 333w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<ul>
<li style="text-align: justify">As antenas parabólicas, apesar de não refletirem luz, são espelhos. Elas são construídas para refletir ondas de radiofrequências, que tem comprimento de onda muito maior do que o da luz, com valores que variam de algumas centenas de metros até o mínimo de cerca de 0,3 m. Para esses comprimentos de onda, quase todas as superfícies são espelhos, mesmo que sejam cheias de buracos, como uma tela de arame. Se as ondas eletromagnéticas emitidas por um satélite, atingirem a antena parabólica ocorrerá a reflexão desses raios a um ponto chamado foco da parábola, onde está um aparelho receptor que converterá as ondas eletromagnéticas em um sinal que a TV transformará em ondas, que serão os programas que passam e as pessoas assistem diariamente.</li>
</ul>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV-1.jpg" rel="attachment wp-att-1555"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1555" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV-1-300x224.jpg" alt="Imagem IV" width="300" height="224" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV-1-300x224.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV-1-402x300.jpg 402w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV-1.jpg 461w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<ul>
<li style="text-align: justify">As pontes pênseis ou suspensas são aquelas que possibilitam os maiores vãos. Nelas o tabuleiro contínuo é sustentado por vários cabos metálicos ligados a dois cabos maiores que, por sua vez, ligam-se às torres de sustentação. Os cabos comprimem as torres de sustentação, que transferem os esforços de compressão para as fundações. Nas pontes pênseis os tirantes são espaçados regularmente, então a carga da ponte é uniformemente distribuída nos cabos e estes formam uma parábola.</li>
</ul>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-V-1.jpg" rel="attachment wp-att-1556"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1556" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-V-1-300x158.jpg" alt="Imagem V" width="300" height="158" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-V-1-300x158.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-V-1.jpg 463w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">           Conclui-se que a  parábola é uma curva plana muito utilizada no dia-a-dia, embora na maioria das vezes passamos despercebido e não vemos que estamos utilizando dessa figura tão importante. Se mais exemplos fossem dados na sala de aula, talvez os alunos puderam observar mais a utilidade das parábolas, com grande surpresa! Se todos os conceitos fossem abordados desta forma os alunos não enfrentariam as aulas de exatas no ensino médio só para no fim falar: &#8220;Eu nunca irei usar isso mesmo!&#8221;.</p>
<p><strong>            Referências;</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify">Ensino Fundamental: Função quadrática (Parábola). Disponível em: http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/fundam/eq2g/quadratica.htm. Acessado dia 08 de março</p>
<p style="text-align: justify">Parábolas. Disponivel em: http://www.rumoaoita.com/site/attachments/011_artigoconicascap3.pdf. Acessado dia 08 de março</p>
<p style="text-align: justify"> PAIVA, Manoel. Matemática. Vol. Ú. São Paulo. Editora Moderna, 1999.</p>
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		<title>Sheldon Lee Glashow</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 17:55:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cientista Da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[cientista da semana]]></category>
		<category><![CDATA[Sheldon Lee Glashow]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Gabriele Chomen “Lamento apenas que nem minha mãe nem meu pai puderam viver para ver o dia em que eu aceitaria o prêmio Nobel”             Os pais de Sheldon Lee Glashow eram judeus e mudaram-se para Nova York em &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2016/03/30/sheldon-lee-glashow/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por: Gabriele Chomen</p>
<p style="text-align: center"><strong>“</strong><strong>Lamento apenas que nem minha mãe nem meu pai puderam viver para ver o dia em que eu aceitaria o prêmio Nobel</strong><strong>”</strong></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-Sheldon.jpg" rel="attachment wp-att-1549"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-1549" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-Sheldon-212x300.jpg" alt="Imagem Sheldon" width="212" height="300" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-Sheldon-212x300.jpg 212w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-Sheldon.jpg 295w" sizes="auto, (max-width: 212px) 100vw, 212px" /></a>            Os pais de Sheldon Lee Glashow eram judeus e mudaram-se para Nova York em busca de uma vida mais pacifica aos filhos. Deste modo Sheldon nasceu em Manhattan em 1932, e teve outros dois irmãos que se formaram em Odontologia e Medicina, para gosto dos pais. Sheldon deste de cedo sabia que iria ser cientista e também teve apoio da família.</p>
<p style="text-align: justify">             Sua vida acadêmica consta em estudar matemática e geometria dos sólidos na Bronx School of Science, graduou-se na Cornell University, fazendo A.M e Ph.D em Harvard. Fez pós doutorado em Copenhagen, foi professor em varias instituições e fez pesquisas no CERN fazendo parte da Comissão Europeia de Pesquisas Nucleares.</p>
<p style="text-align: justify">           Ganhou o prêmio Nobel da Física de 1979 junto de Abdus Salam e Steven Weinberg, por suas contribuições para a teoria da interação unificada fraca e eletromagnética entre partículas elementares, incluindo a previsão da corrente de neutro fraco.</p>
<p style="text-align: justify">           Ele também foi um dos que assinaram uma petição para o presidente Barack Obama em 2015 para que o Governo Federal dos Estados Unidos fizesse um pacto de desarmamento nuclear e de não-agressão.</p>
<p style="text-align: justify">           Sheldon foi criado de forma humilde e um de seus desejos era que seus pais vivessem até o dia que ele ganhasse o Nobel. Casou-se com Joan Alexander, e formou uma família com quatro filhos. Atualmente é professor  Universidade de Boston.</p>
<p><strong>            Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify">COSTA, Keilla Renata. &#8220;Sheldon Lee Glashow&#8221;; <em>Brasil Escola</em>. Disponível em:&lt;http://brasilescola.uol.com.br/biografia/sheldon-lee-glashow.htm&gt;. Acesso em 21 de marco de 2016.</p>
<p style="text-align: justify">DESCONHECIDO. Sheldon Glashow – Biographical. Disponível em: &lt;http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/physics/laureates/1979/glashow-bio.html&gt;.  Acesso em 21 de marco de 2016.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uma breve história dos computadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2016 19:05:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[computadores]]></category>
		<category><![CDATA[evolução dos computadores]]></category>
		<category><![CDATA[história dos computadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Matheus Pretko             A física atual está muito ligada aos computadores. Muitas das pesquisas atuais utilizam simulações computacionais como ferramenta no desenvolvimento de novas teorias. Essas novas teorias por sua vez são publicadas na internet, melhorando de forma significativa &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2016/03/18/uma-breve-historia-dos-computadores/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por: Matheus Pretko</p>
<p style="text-align: justify">            A física atual está muito ligada aos computadores. Muitas das pesquisas atuais utilizam simulações computacionais como ferramenta no desenvolvimento de novas teorias. Essas novas teorias por sua vez são publicadas na internet, melhorando de forma significativa a divulgação científica. A área do ensino também se beneficia com as diversas possibilidades das máquinas computacionais. Dada a importância dessa tecnologia para a ciência, é importante sabermos como ela surgiu, como ela se desenvolveu e de que maneira ela influencia nossa sociedade.</p>
<p style="text-align: justify">            A necessidade de um dispositivo capaz de solucionar problemas surgiu há aproximadamente 7000 anos. Com a expansão do comércio, tornou-se necessário um aparelho que realizasse cálculos rapidamente e de maneira confiável. O Ábaco (figura 1) foi o equipamento desenvolvido para suprir tal necessidade.</p>
<div id="attachment_1535" style="width: 215px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-I.jpg" rel="attachment wp-att-1535"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1535" class="size-full wp-image-1535" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-I.jpg" alt="Figura 1" width="205" height="104" /></a><p id="caption-attachment-1535" class="wp-caption-text">Figura 1</p></div>
<p style="text-align: justify">         O Ábaco mostrou-se uma ferramenta muito interessante para realizar somas e subtrações, porém a necessidade de realizar outras operações tais como multiplicação e divisão fez com que novos dispositivos fossem desenvolvidos.</p>
<p style="text-align: justify">            No século XVII, as pesquisas do matemático John Napier sobre logaritmos resultaram em um dispositivo conhecido por “ossos de Napier” (Figura 2). Esse dispositivo era capaz de realizar multiplicações de números grandes.</p>
<div id="attachment_1536" style="width: 224px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-II.jpg" rel="attachment wp-att-1536"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1536" class="size-full wp-image-1536" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-II.jpg" alt="Figura 2" width="214" height="123" /></a><p id="caption-attachment-1536" class="wp-caption-text">Figura 2</p></div>
<p style="text-align: justify">            Em 1642, o matemático Blaise Pascal, com 20 anos, projetou uma máquina que é considerada a primeira calculadora mecânica: a Máquina de Pascal (Figura 3).</p>
<p style="text-align: justify">         A máquina de Pascal era capaz de realizar somas e subtrações utilizando um sistema de engrenagens. Usuários mais avançados conseguiam realizar multiplicações e divisões realizando cálculos sucessivos, porém, era um método bastante trabalhoso.</p>
<div id="attachment_1537" style="width: 223px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-III.jpg" rel="attachment wp-att-1537"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1537" class="size-full wp-image-1537" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-III.jpg" alt="Figura 3" width="213" height="117" /></a><p id="caption-attachment-1537" class="wp-caption-text">Figura 3</p></div>
<p style="text-align: justify">          Alguns anos mais tarde, Gottfried Leibnitz conseguiu projetar um dispositivo capaz de realizar multiplicação e divisão, além da usual adição e subtração, de maneira mais simples.</p>
<p style="text-align: justify">       Até então, os “computadores” apenas realizavam operações pré-determinadas, não sendo possível modificar a máquina para realizar novas funções. Então, a indústria de tecelagem surge para inserir o conceito de programação de computadores nessa história.</p>
<p style="text-align: justify">          Em uma fábrica de tecidos, o costureiro Joseph Jacquard visando uma maneira de facilitar o processo de criação de diferentes padrões de tecelagem, desenvolve uma máquina na qual o usuário poderia programar a máquina para costurar diferentes desenhos para os tecidos. Bastava que um cartão perfurado, que continha a informação do padrão desejado, fosse inserido no dispositivo. Uma ideia revolucionária, que foi nomeada de Tear programável (Figura 4).</p>
<div id="attachment_1538" style="width: 222px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV.jpg" rel="attachment wp-att-1538"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1538" class="size-full wp-image-1538" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV.jpg" alt="Figura 4" width="212" height="136" /></a><p id="caption-attachment-1538" class="wp-caption-text">Figura 4</p></div>
<p style="text-align: justify">          Embora o Tear programável de Jacquard tenha sido revolucionário, ele não foi tão inovador quanto a máquina das diferenças de Charles Babbage, que trazia tantas novidades que com a tecnologia da época (1822) simplesmente não era possível de ser construída.</p>
<p style="text-align: justify">           A máquina das diferenças de Babbage era capaz de realizar diversas operações. Alguns anos mais tarde, Charles Babbage aperfeiçoou o projeto e projetou o chamado engenho analítico (Figura 5) que podia ser programado de várias maneiras através dos cartões perfurados, além de imprimir os dados de saída em papel. Aqui destaca-se o papel de Ada Byron.</p>
<div id="attachment_1540" style="width: 131px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-V.jpg" rel="attachment wp-att-1540"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1540" class="size-full wp-image-1540" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-V.jpg" alt="Figura 5" width="121" height="162" /></a><p id="caption-attachment-1540" class="wp-caption-text">Figura 5</p></div>
<p style="text-align: justify">          Ada Byron se interessou profundamente nos projetos de Charles Babbage, e junto com ele, produziu diversos textos nos quais citava aplicações da máquina analítica. As vários textos produzidos por Ada Byron a consagraram como primeira programadora do mundo. Juntos, Charles Babbage e Ada Byron criaram as bases para a computação atual.</p>
<p style="text-align: justify">         Com o desenvolvimento da teoria booleana e o aperfeiçoamento da eletrônica, os computadores foram evoluindo cada vez mais. Outro grande fator que impulsionou o desenvolvimento da computação foi a guerra. Devido à necessidade de decodificação de mensagens, diversos dispositivos foram desenvolvidos.</p>
<p style="text-align: justify">          Nesse período destaca-se o Mark 1. O Mark 1 (Figura 6) foi desenvolvido em Harvard e foi utilizado pela marinha americana durante a guerra para realizar cálculos e para auxiliar na navegação. Essa máquina possuía 17 metros de comprimento e pesava 5 toneladas. Era capaz de realizar as 4 operações, além de funções logarítmicas e trigonométricas. Porém demorava alguns segundos para realizar uma operação.</p>
<div id="attachment_1541" style="width: 179px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-VI.jpg" rel="attachment wp-att-1541"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1541" class="size-full wp-image-1541" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-VI.jpg" alt="Figura 6" width="169" height="85" /></a><p id="caption-attachment-1541" class="wp-caption-text">Figura 6</p></div>
<p style="text-align: justify">          Os chamados computadores da primeira geração surgiram a partir do momento em que as máquinas passaram a utilizar válvulas eletrônicas. O maior deles foi o ENIAC (Figura 7). Este computador era utilizado para cálculos balísticos pelo exército dos EUA durante a segunda guerra mundial. Pesava 30 toneladas e ocupava uma área de 180 m<sup>2</sup>. Realizava 5000 operações por segundo.</p>
<div id="attachment_1542" style="width: 238px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-VII.jpg" rel="attachment wp-att-1542"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1542" class="size-full wp-image-1542" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-VII.jpg" alt="Figura 7" width="228" height="130" /></a><p id="caption-attachment-1542" class="wp-caption-text">Figura 7</p></div>
<p style="text-align: justify">           Na segunda geração de computadores, as válvulas tornaram-se obsoletas. As novas máquinas utilizavam transístores, o que reduziu consideravelmente o tamanho do hardware. O destaque dessa geração é o IBM 7030 (Figura 8), que realizava 1 milhão de operações por segundo.</p>
<div id="attachment_1543" style="width: 150px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-VIII.jpg" rel="attachment wp-att-1543"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1543" class="size-full wp-image-1543" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-VIII.jpg" alt="Figura 8" width="140" height="150" /></a><p id="caption-attachment-1543" class="wp-caption-text">Figura 8</p></div>
<p style="text-align: justify">           A terceira geração de computadores possui como característica principal o uso de circuitos integrados, o desenvolvimento das primeiras linguagens de programação e o barateamento da tecnologia.</p>
<p style="text-align: justify">          A quarta geração (geração atual) de computadores é a geração dos computadores pessoais. Com o aperfeiçoamento dos circuitos integrados, surgiram os primeiros microprocessadores, capazes de realizar bilhões de operações por segundo. O desenvolvimento do Apple 1 (Figura 9) e do Mac por Steve Wozniak e Steve Jobs deram origem ao termo computador pessoal. Bill Gates ajudou a difundir o conceito criando o Windows, após se “inspirar” nas ideias de Jobs. A internet foi outra criação revolucionária nesse meio.</p>
<div id="attachment_1539" style="width: 162px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IX.jpg" rel="attachment wp-att-1539"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1539" class="size-full wp-image-1539" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IX.jpg" alt="Figura 9" width="152" height="121" /></a><p id="caption-attachment-1539" class="wp-caption-text">Figura 9</p></div>
<p style="text-align: justify">         A partir daí, diversos dispositivos derivados dos computadores, tais como smartphones e tablets, e mais recentemente, smartwatchs foram surgindo e tomando conta de nosso cotidiano.</p>
<p style="text-align: justify">           É evidente que a sociedade atual não seria a mesma sem essa tecnologia. A sociedade moldou os computadores e agora, de certa forma, ele molda a sociedade. Qual o futuro dessa história?</p>
<p style="text-align: justify"><strong>           Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify">[1] BROOKSHEAR, J. Glenn. <strong>Ciência da computação:</strong><strong> </strong>Uma visão abrangente. 7. ed. Porto Alegre: Bookman Companhia Editora, 2005.</p>
<p style="text-align: justify">[2] TECMUNDO. <strong>A história dos computadores e da computação.</strong><strong> </strong>Disponível em: &lt;http://www.tecmundo.com.br/tecnologia-da-informacao/1697-a-historia-dos-computadores-e-da-computacao.htm&gt;. Acesso em: 29 fev. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">[3] INFOESCOLA. <strong>Evolução dos computadores.</strong><strong> </strong>Disponível em: &lt;http://www.infoescola.com/informatica/evolucao-dos-computadores/&gt;. Acesso em: 29 fev. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">[4] WIKIPEDIA. <strong>History of computing hardware.</strong><strong> </strong>Disponível em: &lt;https://en.wikipedia.org/wiki/History_of_computing_hardware&gt;. Acesso em: 29 fev. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">[5] COMPUTADOR, Historia do. <strong>Ossos de Napier.</strong><strong> </strong>Disponível em: &lt;http://historiadocomputador.weebly.com/ossos-de-napier.html&gt;. Acesso em: 29 fev. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">[6] WIKIPEDIA. <strong>Ossos de Napier.</strong><strong> </strong>Disponível em: &lt;https://pt.wikipedia.org/wiki/Ossos_de_Napier&gt;. Acesso em: 29 fev. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">[7] UEM. <strong>Máquina de Pascal.</strong><strong> </strong>Disponível em: &lt;http://www.din.uem.br/museu/virtualhtml/600_maquina.htm&gt;. Acesso em: 29 fev. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">[8] INFORMÁTICA, Museu Virtual da. <strong>Computadores para cálculo científico.</strong><strong> </strong>Disponível em: &lt;http://piano.dsi.uminho.pt/museuv/1946hmark1.html&gt;. Acesso em: 29 fev. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">[9] TECNOBLOG. <strong>Eniac Primeiro Computador do Mundo Completa 65 Anos.</strong><strong> </strong>Disponível em: &lt;https://tecnoblog.net/56910/eniac-primeiro-computador-do-mundo-completa-65-anos/&gt;. Acesso em: 29 fev. 2016.</p>
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		<title>Paul Adrien Maurice Dirac (1902-1984)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2015 15:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cientista Da Semana]]></category>
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					<description><![CDATA[            Paul Dirac nasceu em 8 de Agosto de 1902, em Bristol, Inglaterra, sendo seu pai Suíço e sua mãe Inglesa. Na sua infância, estudou na Escola Secundária de Merchant Venturer, em Bristol, e depois seguiu para a Universidade de &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2015/12/14/paul-adrien-maurice-dirac-1902-1984/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Cientista-II.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-1461" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Cientista-II-300x222.jpg" alt="Cientista II" width="300" height="222" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Cientista-II-300x222.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Cientista-II.jpg 302w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>            Paul Dirac nasceu em 8 de Agosto de 1902, em Bristol, Inglaterra, sendo seu pai Suíço e sua mãe Inglesa. Na sua infância, estudou na Escola Secundária de Merchant Venturer, em Bristol, e depois seguiu para a Universidade de Bristol, onde se formou em Engenharia Elétrica, obtendo o grau de Bacharel em Ciências – na área de Engenharia – em 1921. Após isso, estudou matemática durante dois anos na Universidade de Bristol, e mais tarde foi para o St. John College, como pesquisador discente em matemática.</p>
<p style="text-align: justify">          Em 1926, recebeu seu título de Ph.D. Em sua tese, ele incorporou a Mecânica Matricial de Heisengerg com a Mecânica Ondulatória de Schrödinger em um único formalismo matemático. No ano seguinte, tornou-se um <em>Fellow </em>no St. John College.</p>
<p style="text-align: justify">           Em 1928, ele desenvolveu a Equação de Dirac, que descreve o comportamento relativístico de partículas com spin ½, como o elétron. Dirac também previu a existência do pósitron (antipartícula do elétron), que foi observada experimentalmente em 1932, por Carl Anderson.</p>
<p style="text-align: justify">          Em 1932, tornou-se Professor Emérito de Matemática na Universidade de Cambridge e, no ano seguinte, recebeu, juntamente com Erwin Schrödinger, o Prêmio Nobel de Física. Em 1937, casou-se com Margit Wigner, de Budapeste.</p>
<p style="text-align: justify">          Paul Dirac faleceu em 20 de Outubro de 1984, sendo sepultado no cemitério Roselawn, em Tallahassee, Flórida, aos 82 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify">            REFERÊNCIAS</p>
<p style="text-align: justify">&lt;http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/physics/laureates/1933/dirac-bio.html&gt;, visitado em 30/11/2015.</p>
<p style="text-align: justify">&lt;http://www.explicatorium.com/Paul-Dirac.php&gt;, visitado em 30/11/2015.</p>
<p style="text-align: justify">&lt;http://www.findagrave.com/cgi-bin/fg.cgi?page=gr&amp;GRid=20615&gt;, visitado em 30/11/2015.</p>
<p style="text-align: justify">Autor do Texto: Alex Silva de Moraes.</p>
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		<title>A Física do Sistema Nervoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Dec 2015 15:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
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					<description><![CDATA[            Na nossa relação com o mundo, somos estimulados e respondemos aos elementos do ambiente o tempo inteiro. Nosso organismo reage a cada estímulo, seja ele externo, como o cheiro de um alimento, ou interno, como a dor.            Esse &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2015/12/11/a-fisica-do-sistema-nervoso/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">            Na nossa relação com o mundo, somos estimulados e respondemos aos elementos do ambiente o tempo inteiro. Nosso organismo reage a cada estímulo, seja ele externo, como o cheiro de um alimento, ou interno, como a dor.</p>
<p style="text-align: justify">           Esse processo ocorre no sistema nervoso central de maneira tão instantânea que a nossa consciência não consegue identificar todas as suas etapas, nem os milhares de estímulos que o corpo recebe a todo instante.</p>
<p style="text-align: justify">          Os neurônios são a unidade funcional do sistema nervoso (Figura 1). Eles comunicam-se através de sinapses; por eles propagam-se os impulsos nervosos.</p>
<div id="attachment_1457" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Blog-I.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1457" class="wp-image-1457 size-medium" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Blog-I-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Blog-I-300x159.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Blog-I.jpg 303w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-1457" class="wp-caption-text">Figura 1</p></div>
<p style="text-align: justify">            Anatomicamente, o neurônio é formado por: dendrito, corpo celular e axônio. A transmissão ocorre apenas no sentido do dendrito ao axônio.</p>
<p style="text-align: justify">          A origem do impulso nervoso que se propaga através do neurônio é elétrica. O impulso acontece devido a alterações nas cargas elétricas das superfícies externa e interna da membrana celular. A membrana de um neurônio em repouso apresenta-se com carga elétrica positiva do lado externo (voltado para fora da célula) e negativa do lado interno (em contato com o citoplasma da célula).</p>
<p style="text-align: justify">          Quando um estímulo químico, mecânico ou elétrico chega ao neurônio, pode ocorrer a alteração da permeabilidade da membrana, o que permite uma grande entrada de sódio na célula e pequena saída de potássio dela. Com isso, ocorre uma inversão das cargas ao redor dessa membrana, que fica despolarizada, gerando um potencial de ação. Essa despolarização propaga-se pelo neurônio caracterizando o impulso nervoso (Figura 2). Imediatamente após a passagem do impulso, a membrana sofre repolarização, recuperando seu estado de repouso, e a transmissão do impulso cessa.</p>
<div id="attachment_1458" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Blog-II.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1458" class="size-medium wp-image-1458" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Blog-II-300x229.jpg" alt="Figura 2" width="300" height="229" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Blog-II-300x229.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Blog-II.jpg 333w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-1458" class="wp-caption-text">Figura 2</p></div>
<p style="text-align: justify">           O estímulo que gera o impulso nervoso deve ser forte o suficiente, acima de determinado valor crítico. Esse valor varia entre os diferentes tipos de neurônios. Esse é o estímulo limiar. Abaixo desse valor, o estímulo só provoca alterações locais na membrana, que logo cessam e não desencadeiam o impulso nervoso.</p>
<p style="text-align: justify">           Qualquer estímulo acima do limiar gera o mesmo potencial de ação que é transmitido ao longo do neurônio. Assim, não existe variação de intensidade de um impulso nervoso em função do aumento do estímulo.</p>
<p style="text-align: justify">           Dessa forma, a intensidade das sensações vai depender do número de neurônios despolarizados e da frequência de impulsos.</p>
<p style="text-align: justify">             REFERÊNCIAS</p>
<p style="text-align: justify">http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/sistemanervoso.php</p>
<p style="text-align: justify">http://www.infoescola.com/biologia/sistema-nervoso/</p>
<p style="text-align: justify">http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Histologia/epitelio29.php</p>
<p style="text-align: justify">Autor do Texto: Alex Silva de Moraes</p>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
					
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		<title>A Água Oxigenada e a Luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2015 14:56:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[         A água oxigenada ou peróxido de hidrogênio possui a fórmula H2O2. Ela é formada naturalmente em organismos aeróbios obrigatórios ou facultativos. É também produzida por diversas espécies de animais como forma de proteção. Como no caso de uma espécie &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2015/12/10/a-agua-oxigenada-e-a-luz/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">         A água oxigenada ou peróxido de hidrogênio possui a fórmula H<sub>2</sub>O<sub>2</sub>. Ela é formada naturalmente em organismos aeróbios obrigatórios ou facultativos. É também produzida por diversas espécies de animais como forma de proteção. Como no caso de uma espécie de besouro libera um jato a base de peróxido para afugentar seus inimigos.</p>
<p style="text-align: justify">            Hoje em dia, a produção industrial de água oxigenada se dá por um processo conhecido como processo de Riedl-Pfleiderer.</p>
<p style="text-align: justify">              Ao entrar em contato com a luz, a água oxigenada se decompõe em água e oxigênio em uma reação exotérmica. Por causa disso, os frascos de água oxigenada devem ser foscos, para evitar a sua degradação.</p>
<p style="text-align: justify">              Existem diversas aplicações para a Água Oxigenada, sejam elas industriais ou residenciais.</p>
<p style="text-align: justify">             Em indústrias, é utilizado na produção de perborato de sódio; como alvejante em detergentes industriais; na produção de outros peróxidos orgânicos, como o peróxido de dibenzoíla, e como catalizador em reações de polimerização.</p>
<p style="text-align: justify">            As aplicações domésticas são diversas. Sua forma diluída em água é vendida em farmácias para o tratamento de feridas, sendo que ela serve para conter pequenos sangramentos e para limpar micro-organismos causadores de infecções. Pode ser usado também para matar germes causadores de doenças bucais e pode auxiliar no clareamento dentário. É também usado para o clareamento do cabelo.</p>
<p style="text-align: justify">           Atualmente, existem pesquisas sendo feitas a respeito do uso da água oxigenada no tratamento de câncer.</p>
<p style="text-align: justify">         É interessante notar que a presença de luz é extremamente necessária na maioria das aplicações da Água Oxigenada, visto que é a luz a responsável pela decomposição do H<sub>2</sub>O<sub>2</sub> em água e oxigênio.</p>
<p style="text-align: justify">           REFERÊNCIAS</p>
<p style="text-align: justify">&lt;http://www.infoescola.com/compostos-quimicos/agua-oxigenada/&gt;, visitado em 09/12/2015.</p>
<p style="text-align: justify">&lt;http://alunosonline.uol.com.br/quimica/peroxido-hidrogenio.html&gt;, visitado em 09/12/2015.</p>
<p style="text-align: justify">Autor do texto: Alex Silva de Moraes</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prêmio Nobel em Física &#8211; 2001</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Dec 2015 14:50:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prêmio Nobel]]></category>
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					<description><![CDATA[O Prêmio Nobel de Física de 2001 foi concedido em conjunto a Eric A. Cornell, Wolfgang Ketterle e Carl E. Wieman &#8220;pela obtenção da condensação de Bose-Einstein em gases diluídos de átomos de álcali e para estudos fundamentais iniciais das &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2015/12/10/premio-nobel-de-2001/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">O Prêmio Nobel de Física de 2001 foi concedido em conjunto a Eric A. Cornell, Wolfgang Ketterle e Carl E. Wieman &#8220;pela obtenção da condensação de Bose-Einstein em gases diluídos de átomos de álcali e para estudos fundamentais iniciais das propriedades dos condensados&#8221;.</p>
<p>Para mais informações acesse <a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/atividades/nobel-em-fisica/2006-2015/">aqui</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tycho Brahe (1546-1601)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2015 15:30:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cientista Da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[cientista da semana]]></category>
		<category><![CDATA[Tycho Brahe]]></category>
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					<description><![CDATA[“A verdade matemática prefere palavras simples, como a linguagem da verdade que é simples em si mesmo.”             Tycho Brahe pode ser conhecido também como Tyge Brahe, foi um importante astrônomo. Descente de família nobre, nasceu no dia 14 de &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2015/12/07/tycho-brahe-1546-1601/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><em>“A verdade matemática prefere palavras simples, como a linguagem da verdade que é simples em si mesmo.”</em></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-I3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-1436" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-I3-177x300.jpg" alt="Imagem I" width="177" height="300" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-I3-177x300.jpg 177w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-I3.jpg 240w" sizes="auto, (max-width: 177px) 100vw, 177px" /></a>            Tycho Brahe pode ser conhecido também como Tyge Brahe, foi um importante astrônomo. Descente de família nobre, nasceu no dia 14 de dezembro de 1546 na Dinamarca e morreu no dia 24 de outubro de 1601 em Praga, atual República Checa. Antes de seu nascimento, seu pai havia prometido que o daria a um tio, Jorgen, que era vice-almirante. Porém não cumpriu sua promessa. Após o nascimento de um irmão mais novo, Jorgen sequestrou o jovem Tycho, fato que o pai deste acabou aceitando devido à fortuna que o filho herdaria. Seu tio morreu depois, de pneumonia, após resgatar o rei Frederick II (1534-1588) de afogamento, quando este caiu de uma ponte retornando de uma batalha naval com os suecos.</p>
<p style="text-align: justify">           Desde jovem pretendia estudar astronomia, mas atendeu à ordem paterna e cursou, durante três anos, Direito e Filosofia na Universidade de Copenhague. Foi quando presenciou um eclipse parcial do Sol e ficou impressionado com a precisão da previsão matemática do fenômeno.  Aos 16 anos, seu tio o enviou a Leipzig, na Alemanha, para continuar seus estudos de direito. Mas ele estava obcecado com a Astronomia, comprou livros e instrumentos e passava a noite observando as estrelas.</p>
<p style="text-align: justify">             Em 1575 realiza viagem de estudos pela Europa, principalmente Alemanha e Itália. Volta à Dinamarca por insistência do rei que fora salvo por seu tio, que lhe concede, por doação, a ilha de Hven e uma pensão anual, a fim de que Brahe tivesse condições de construir e equipar um novo observatório astronômico.</p>
<p style="text-align: justify">            Dois observatórios foram construídos na ilha. E ali, graças ao apoio permanente do rei, Brahe realizou um trabalho monumental, tornando-se o maior astrônomo de sua época.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-II1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1437" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-II1.jpg" alt="Imagem II" width="260" height="212" /></a></p>
<p style="text-align: justify">          O observatório da ilha de Hven, onde Tycho Brahe fez as observações que posteriormente Kepler usou para formular as leis que descrevem o movimento dos planetas em torno do Sol.</p>
<p style="text-align: justify">        Tycho Brahe é lembrado principalmente por suas meticulosas observações, feitas com instrumentos que ele mesmo desenhou antes do advento do telescópio.</p>
<p style="text-align: justify">          Tycho Brahe observou uma supernova em 1572 tendo publicado um livro sobre este fenômeno em 1573, com o nome &#8220;De Nova Stella&#8221;, onde mostrava suas observações e concluía que as próprias estrelas podiam mudar. As medições dos brilhos da supernova que ele obteve mostraram, claramente, que ela era um objeto variável. É interessante notar que Brahe hesitou muito em escrever este livro porque, naquela época, era considerado impróprio um nobre escrever livros.</p>
<p style="text-align: justify">          A natureza briguenta de Tycho levou-o a duelar e, como resultado disto, ele perdeu parte do seu nariz. A prótese escolhida por ele foi um nariz de prata. Este seu temperamento, no fim das contas, colocou-o em desgraça levando-o a se transferiu para a corte de Rudolph II, em Praga, em 1599, onde ele passaria suas observações para Johannes Kepler. Para Tycho todos os planetas, menos a Terra, giravam em torno do Sol – e o Sol e a Lua giravam em torno da Terra.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-III1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1438" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-III1.jpg" alt="Imagem III" width="120" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify">         Com tal sistema, o astrônomo dinamarquês imaginou ser possível formular um modelo melhor que o de Nicolau Copérnico (1473-1543). Mas ele morreu antes de tentar comprovar sua teoria.</p>
<p style="text-align: justify">          Falácias que sua morte seria por envenenamento que Kepler causou, foram por muito tempo levadas em conta. Porém, novos dados apresentados por pesquisadores durante o 8º Congresso Mundial de Estudos em Múmias, no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, descarta essa hipótese e sugere que a biografia de Brahe termina de modo bem menos interessante: com um banal problema de bexiga.</p>
<p style="text-align: justify">            Referências:</p>
<p style="text-align: justify">http://akifrases.com/autor/tycho-brahe</p>
<p style="text-align: justify">http://www.zenite.nu/thyco-brahe/</p>
<p style="text-align: justify">http://astro.if.ufrgs.br/bib/bibkepler.htm</p>
<p style="text-align: justify">http://educacao.uol.com.br/biografias/tycho-brahe.htm</p>
<p style="text-align: justify">Material curso de astrofísica geral, oferecido pelo observatório nacional, capitulo 07.</p>
<p style="text-align: justify">Autora do Texto: Gabrielle Chromen</p>
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		<title>Com reflexões, a Terra se torna uma bolinha de surpresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2015 16:24:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[            Todos sabemos das irregularidades da Terra, assim como o relevo, formato, entre outros. Se concluímos que a Terra é um objeto com forma quase esférica ainda que com um ligeiro achatamento em seus polos, então deveríamos afirmar sem medo que &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2015/12/04/com-reflexoes-a-terra-se-torna-uma-bolinha-de-surpresa/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">            Todos sabemos das irregularidades da Terra, assim como o relevo, formato, entre outros. Se concluímos que a Terra é um objeto com forma quase esférica ainda que com um ligeiro achatamento em seus polos, então deveríamos afirmar sem medo que se trata de um geoide. Mas não é, ao menos exatamente. Se nosso planeta estivesse completamente coberto por água, então a superfície seria um geoide. Mas como os continentes não são tão dúcteis, a forma da Terra só se aproxima ao de um geoide.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-I2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1428" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-I2.jpg" alt="Imagem I" width="272" height="140" /></a></p>
<p style="text-align: justify">           E quanto aos relevos? Tomando como base a maior saliência sendo o Everest (8.850 m) e a maior profundidade a Fossa das Ilhas Marianas (11.500 m) refletimos o quão grande são estes valores, mas será que essas irregularidades no relevo realmente são significativas? Se reduzirmos a Terra ao tamanho de uma bola de bilhar, a resposta é não. Até porque você caro leitor já deve de ter ouvido que: “a Terra é mais lisa que uma bola de bilhar”; mas ficou-se a questionar sobre isto diante aos fatos das irregularidades. Parece loucura afirmar isto, mas com uma prática regra de 3 podemos achar boas explicações.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-II.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1429" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-II-247x300.jpg" alt="Imagem II" width="247" height="300" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-II-247x300.jpg 247w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-II.jpg 254w" sizes="auto, (max-width: 247px) 100vw, 247px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">            Uma bola de bilhar tem aproximadamente 5,7 centímetros de diâmetro. Tendo em conta que a Terra tem um diâmetro de 12.735 quilômetros sem contar mares e montanhas, ao reduzirmos a Terra ao tamanho de uma bola de bilhar poderiam dizer que nosso planeta é bastante liso. Uma vez que;</p>
<p style="text-align: justify">                     <a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-III.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1430" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-III.jpg" alt="Imagem III" width="273" height="121" /></a></p>
<p style="text-align: justify">            E que</p>
<p style="text-align: justify">          <a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-IV.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1431" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/12/Imagem-IV.jpg" alt="Imagem IV" width="271" height="122" /></a></p>
<p style="text-align: justify">           Portanto, tem-se que o Everest com 8.850 km na bola de bilhar teria 0,0038 cm e que as Fossas das Marianas com 11.500 km na bola de bilhar teria 0,0051 cm, ou seja, valores muitíssimos pequenos para serem levados em conta, visto que o diâmetro da bola te bilhar tem 5,7 cm com um desvio de +/- 0,01 cm.</p>
<p style="text-align: justify">            Referências:</p>
<p style="text-align: justify">http://www.cienciamao.usp.br/tudo/exibir.php?midia=aas&#038;cod=_seaterrafosseumafruta</p>
<p style="text-align: justify">Acessada dia 23/10/15, parte da tarde</p>
<p style="text-align: justify">http://ahduvido.com.br/20-curiosidades-que-talvez-voce-nao-saiba-sobre-o-planeta-terra</p>
<p style="text-align: justify">Acessada dia 25/10/2015, parte da tarde</p>
<p style="text-align: justify">http://www.brasil.discovery.uol.com.br/ciencia/10-curiosidades-que-voce-nao-sabia-sobre-a-terra/</p>
<p style="text-align: justify">Acessada dia 25/10/2015, parte da tarde</p>
<p style="text-align: justify">Autora do Texto: Gabriele Chromen</p>
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		<title>O centenário de Einstein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 16:09:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[            O ano de 2015 marca um evento importante na história da Física: cem anos atrás, em Novembro de 1915, Albert Einstein escreveu as famosas equações da Relatividade Geral – teoria que explica todos os fenômenos gravitacionais que nós conhecemos. &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2015/12/03/o-centenario-de-einstein/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">            O ano de 2015 marca um evento importante na história da Física: cem anos atrás, em Novembro de 1915, Albert Einstein escreveu as famosas equações da Relatividade Geral – teoria que explica todos os fenômenos gravitacionais que nós conhecemos. Ela tem sido testada desde então. Sua ideia central é o fato de que o espaço e o tempo são dinâmicos e influenciados pela presença de matéria.</p>
<p style="text-align: justify">          O desenvolvimento dessa teoria foi motivado por experimentos que Einstein apenas imaginava. Eles eram centrados no conceito de luz: “O que aconteceria se a luz fosse observada por um observador em movimento?”, “O que aconteceria se a luz viajasse na presença de um campo gravitacional?”. Obviamente, testes que buscam validar a teoria devem ser relacionados com a luz. O primeiro teste bem sucedido, também o que tornou a teoria conhecida pelo mundo inteiro, foi a observação da deflexão da luz pelo Sol. Em 1919, duas expedições foram organizadas; uma para Sobral, norte do Brasil, e outra para a ilha do Príncipe, no arquipélago de São Tomé e Príncipe; para observar o eclipse de 29 de Maio. Foi possível perceber, durante o eclipse, o efeito do Sol na luz vinda de uma estrela distante. Essa deflexão estava em perfeito acordo com a teoria de Einstein.</p>
<p style="text-align: justify">           Outros testes também dão suporte à teoria, como a observação do redshift (desvio para o vermelho) gravitacional, onde a luz muda sua frequência ao mover-se em um campo gravitacional – mais uma previsão da Relatividade Geral. Além disso, essa teoria é de extrema importância para os GPS, onde efeitos relativísticos são cruciais para determinar nossa posição com a precisão desejada.</p>
<p style="text-align: justify">             Mas a mais incrível previsão da Relatividade Geral não tem a ver com a luz, mas sim com a sua ausência. Estamos falando dos buracos negros – objetos tão densos que nem mesmo a luz é capaz de escapar de seu campo gravitacional.</p>
<p style="text-align: justify">           O redshift gravitacional da luz de galáxias e supernovas também constituem a ferramenta básica que nos permite mapear o Universo e estudar sua geometria. É por meio disso que sabemos que nosso Universo está em expansão. Mais recentemente, estudos mostraram que essa expansão é, na verdade, acelerada. Como consequência, percebeu-se que há uma nova forma de energia (escura) presente em nosso Universo.</p>
<p style="text-align: justify">           Da cosmologia também vem outra conexão entre a luz e a Relatividade Geral, relacionada com os primeiros momentos no nosso Universo. A Relatividade Geral prediz que nosso Universo vem de um estado muito energético, o Big Bang, e um sinal disso está na chamada radiação cósmica de fundo. Essa radiação foi produzida quando o Universo era ainda muito novo e quente, no momento em que a diminuição de sua temperatura permitiu que fótons viajassem livremente. Essa mesma radiação nos dá informações preciosas de como o nosso Universo era em seu início.</p>
<p style="text-align: justify">            No futuro, espera-se detectar as ondas gravitacionais, isto é, ondas no tecido espaço-tempo, outra fascinante predição da Relatividade Geral.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>              </strong>REFERÊNCIAS</p>
<p style="text-align: justify">&lt;http://www.light2015.org/Home/CosmicLight/Einstein-Centenary.html&gt; , acesso em 14/09/2015.</p>
<p style="text-align: justify">Autor do Texto: Alex Silva de Moraes</p>
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