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	<title>Extensão &#8211; Grupo PET Física &#8211; UNICENTRO</title>
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		<title>XIV Semana de Estudos em Física e IV Simpósio de Física</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henry]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2018 13:30:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É com grande alegria e satisfação que o GPET-Física, juntamente com o DEFIS (Departamento de Física/UNICENTRO), anunciam que as inscrições para a tão esperada XIV Semana de Estudos em Física (SEFIS) e IV Simpósio de Física do ano de 2018, &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2018/04/07/xiv-semana-de-estudos-em-fisica-e-iv-simposio-de-fisica/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www2.unicentro.br/fisica/files/2018/04/SEFIS_Cabe%C3%A7alho_Site2.jpg?x63480" alt="https://www2.unicentro.br/fisica/files/2018/04/SEFIS_Cabe%C3%A7alho_Site2.jpg?x63480" /></div>
<div dir="ltr" style="text-align: justify">É com grande alegria e satisfação que o GPET-Física, juntamente com o DEFIS (Departamento de Física/UNICENTRO), anunciam que as inscrições para a tão esperada XIV Semana de Estudos em Física (SEFIS) e IV Simpósio de Física do ano de 2018, estão abertas para toda a comunidade.</div>
<div dir="ltr" style="text-align: justify"></div>
<div dir="ltr" style="text-align: justify">O evento será realizado entre os dias 23 a 27/04/2018, com o objetivo de oferecer aos participantes uma visão mais ampla de temas importantes relacionados ao Ensino de Física e à Física Contemporânea e promover a interação entre os alunos e professores do Departamento de Física, com o trabalho de outras Instituições de Ensino e com a comunidade em geral e fortalecer o contato entre os professores de Física da Rede Pública e o Departamento de Física da UNICENTRO.</div>
<div dir="ltr" style="text-align: justify"></div>
<div dir="ltr" style="text-align: justify">Então abra também sua mente para novos conhecimentos e inscreva-se neste <a href="https://evento.unicentro.br/site/semanadefisica/2018/1">site</a>. Contamos com a sua presença nesse grande evento.</div>
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		<title>Trote Solidário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henry]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Apr 2018 13:13:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais uma vez, o Grupo PET/Física participou, juntamente com o Grupo PET/Geografia, do trote solidário. Esse trote consiste na doação de sangue, de forma voluntária, para o hemocentro da cidade, sendo uma ideia alternativa para recepção dos calouros na universidade. &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2018/04/07/trote-solidario/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Mais uma vez, o Grupo PET/Física participou, juntamente com o Grupo PET/Geografia, do trote solidário. Esse trote consiste na doação de sangue, de forma voluntária, para o hemocentro da cidade, sendo uma ideia alternativa para recepção dos calouros na universidade. A atividade ocorreu na quinta- feira, dia 22 de março, no período da tarde, e contou com a participação de acadêmicos dos cursos de Geografia e Física da Unicentro – Cedeteg. O trote solidário, além de propiciar uma forma diferente de interação entre calouros e veteranos, é uma ação que beneficia pessoas que necessitam de sangue para se recuperarem de acidentes, cirurgias e demais enfermidades. Já o doador, além de estar contribuindo com um bem social, recebe alguns benefícios, como descontos em programas culturais em alguns estados. Por isso, sinta-se convidado a fazer parte dessa ação, a qual ajuda salvar inúmeras vidas todo ano.</p>
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		<title>Agasalha PET!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henry]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 18:38:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo PET-FÍSICA estará realizando nos próximos dias uma campanha solidária, a qual tem como objetivo a arrecadação de agasalhos para serem destinados as famílias carentes e instituições de caridade. Contribua com o projeto doando agasalhos e deixando inverno destas &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2018/03/22/agasalha-pet/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">O grupo PET-FÍSICA estará realizando nos próximos dias uma campanha solidária, a qual tem como objetivo a arrecadação de agasalhos para serem destinados as famílias carentes e instituições de caridade. Contribua com o projeto doando agasalhos e deixando inverno destas pessoas mais quente!<br />
Os pontos para doação estarão dispostos dentro do campus CEDETEG, especificamente na biblioteca, bloco 4 e DIRCAMP.</p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" class="aLF-aPX-J1-J3 aligncenter" src="https://mail.google.com/mail/u/1/?ui=2&amp;ik=4f293e69cd&amp;view=fimg&amp;th=162440049b65d994&amp;attid=0.1&amp;disp=inline&amp;safe=1&amp;attbid=ANGjdJ82P29007KNlzjjvo1LvMg1Um2bqs3YYLFPCNBf49ufofRe1BN8Yzdz7oFIQugONWgOAOFKHgoq5iGti5HwoGPBXePJH9hnDubCWNp3B8SM4TjVu9duFWdfACU&amp;ats=1521743839049&amp;rm=162440049b65d994&amp;zw&amp;sz=w1213-h922" alt="Exibindo Agasalha_PET_Desenho2.png" /></p>
<div>
<div class="aSH">
<div id=":ml" class="aYv"></div>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify">
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		<title>2ª Doação de Ração da Campanha Pet Pelos Pets</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henry]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 12:15:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Doação]]></category>
		<category><![CDATA[Pet pelos pets]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo PET-Física realizou a 2ª doação de rações arrecadadas, da Campanha Pet Pelos PETS no dia 08 de julho de 2017, durante a feirinha de doação de cães que acontece todos os sábados na Praça 9 de Dezembro em &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2017/07/17/2a-doacao-de-racao-da-campanha-pet-pelos-pets/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Arial,serif"><span style="font-size: medium">O Grupo PET-Física realizou a 2ª doação de rações arrecadadas, da Campanha Pet Pelos PETS no dia 08 de julho de 2017, durante a feirinha de doação de cães que acontece todos os sábados na Praça 9 de Dezembro em Guarapuava, por volta das 10 horas e 30 minutos do horário de Brasília.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial,serif"><span style="font-size: medium">Dois petianos responsáveis pela doação foram recepcionados pelo vereador Dognei Aldornei, que se recordou da primeira doação feita pelo Grupo, e se sentiu novamente muito agradecido pelo gesto de carinho com os animais.</span></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial,serif"><span style="font-size: medium">As doações para a Campanha Pet Pelos PETS ainda podem ser feitas nas caixas espalhadas pelos blocos do campus CEDETEG ou diretamente na sala do Pet, então venha nos ajudar nessa campanha, que tem como principal objetivo fazer nossos melhores amigos ainda mais felizes.</span></span></p>
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		<title>Doação &#8211; PET pelos PET&#8217;s</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henry]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2017 17:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo PET-Física, contempla após aproximadamente um mês da Campanha PET pelos PET’s a primeira doação de ração. O grupo ficou contente com a aceitação da Universidade quanto a campanha, e a participação do pessoal, inclusive do Departamento da Física. &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2017/06/06/doacao-pet-pelos-pets/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">O Grupo PET-Física, contempla após aproximadamente um mês da Campanha PET pelos PET’s a primeira doação de ração. O grupo ficou contente com a aceitação da Universidade quanto a campanha, e a participação do pessoal, inclusive do Departamento da Física. Foram arrecadados aproximadamente 30 kg de ração, assim como também foram doados remédios, equipamentos para alimentação, entre outros.<br />
A doação ocorreu no dia 27 de maio de 2017, durante a feirinha de doação de cães e gatos q<span class="text_exposed_show">ue acontece todos os sábados na Praça 9 de Dezembro em Guarapuava. Os responsáveis que receberam as arrecadações ficaram empolgados com a iniciativa do Grupo PET-Física, e comentaram que iriam redistribuir as arrecadações aos cuidadores de Guarapuava e região.<br />
Os responsáveis pela campanha PET pelos PET’S do GPET-Física agradecem a todos que colaboraram e agora estão ainda mais animados com a campanha e pretendem dar continuidade</span></p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" class="spotlight aligncenter" src="https://scontent.fbfh5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/18920408_1760057124286042_6896821544289283529_n.jpg?oh=f925e2dd7d2772bdf6c91986575c8c22&amp;oe=59AF3DE4" alt="Image may contain: 15 people, people smiling, indoor" /></p>
<p style="text-align: justify"><img decoding="async" class="spotlight aligncenter" src="https://scontent.fbfh5-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/18921792_1760057250952696_5141698900424295281_n.jpg?oh=9097868c38b88f8815b5907554b29ed7&amp;oe=59E820DC" alt="Image may contain: 5 people, people smiling, people standing and outdoor" /></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Giroscópio e a doença de Parkinson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bárbara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Apr 2016 10:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[giroscópio]]></category>
		<category><![CDATA[gyroglove]]></category>
		<category><![CDATA[parkinson]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Diana Maria Navroski Thomen             A doença de Parkinson (DP) foi descrita pela primeira vez em 1817, pelo médico inglês James Parkinson, membro do Colégio Real dos Cirurgiões. É uma enfermidade crônica que afeta um &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2016/04/07/o-giroscopio-e-a-doenca-de-parkinson/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por: <span style="font-size: 12pt">Diana Maria Navroski Thomen</span></p>
<p style="text-align: justify">            A doença de Parkinson (DP) foi descrita pela primeira vez em 1817, pelo médico inglês James Parkinson, membro do Colégio Real dos Cirurgiões. É uma enfermidade crônica que afeta um em cada mil indivíduos da população em geral.  Ela ocorre quando as células nervosas que produzem dopamina (substancia química do cérebro que ajuda a controlar os movimentos musculares) são destruídas lenta e progressivamente. Acontece que, sem dopamina, as células nervosas que enviam esta mensagem do cérebro para o resto do corpo, não conseguem realizar seu trabalho corretamente, fazendo com que haja perda na função muscular.  Este dano piora com o tempo. O indivíduo que sofre com esta doença apresenta sintomas como tremor em repouso, rigidez muscular, bradicinesia, hipocinesia e alterações na postura e no equilíbrio.</p>
<p style="text-align: justify">              Esta enfermidade não é fatal, mas dificulta muito a vida de seus portadores, tornando tarefas fáceis do cotidiano, como beber um copo de água ou colocar a chave na fechadura, tarefas extremamente complicadas.</p>
<p style="text-align: justify">             O mal de Parkinson não possui cura ainda, mas existem várias pesquisar na área para tratar os sintomas e para conter os tremores.</p>
<p style="text-align: justify">            Um dos pesquisadores é Faii Ong, estudante de medicina do Imperial College de Londres. Em quanto cuidava de uma de suas pacientes, que possui a doença de Parkinson, percebeu que esta estava emagrecendo muito rápido, logo observou que a mesma não conseguia se alimentar direito por causa dos tremores em suas mãos. Vendo essa situação, Ong reuniu uma equipe para desenvolver algum equipamento que conseguisse reduzir os tremores. Esta equipe tentou molas, elásticos, até chegar ao giroscópio.</p>
<p style="text-align: justify">              Mas como um dispositivo como o giroscópio poderia ajudar a conter os tremores da doença de Parkinson?</p>
<p style="text-align: justify">         Primeiro, vamos definir o que é o giroscópio, segundo o dicionário “o giroscópio é um dispositivo cujo eixo de rotação mantém sempre a mesma direção na ausência de forças que o perturbem”, logo para se alterar o eixo de rotação dele, precisaria exercer uma força.</p>
<p style="text-align: justify">            Pensando neste conceito, Ong e sua equipe imaginaram que se alguém com tremores nas mãos usasse uma espécie de luvas com um giroscópio anexado, teria o movimento do tremor mais difícil, pois necessitaria exercer uma certa força para mudar mudar o eixo de rotação do giroscópio.</p>
<p style="text-align: justify">              Eles conseguiram desenvolver uma luva a qual colocaram o nome de Gyroglove. Nos testes que foram feitos, conclui-se que quando os pacientes  estavam usando a Gyroglove, tiveram os tremores reduzidos em 80%.</p>
<p style="text-align: justify">              A revista Technology Review, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), diz que o inventor ainda busca resolver alguns problemas finais asssociados ao produto, mas que a GyroGlove deve entrar no mercado em setembro de 2016, com preço estimado entre US$ 550 e US$ 850.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/fig1-2.jpg" rel="attachment wp-att-1581"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1581 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/fig1-2.jpg" alt="fig1" width="219" height="230" /></a></p>
<p style="text-align: justify">               Referências:</p>
<p style="text-align: justify">[1] DESCONHECIDO. 2014. Disponível em: &lt;http://www.minhavida.com.br/saude/temas/parkinson&gt;. Acesso em: 02 fev. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">[2] CAMARGOS, A C R et al. O IMPACTO DA DOENÇA DE PARKINSON NA QUALIDADE DE VIDA: UMA REVISÃO DE LITERATURA. Revista Brasileira de Fisioterapia, Belo Horizonte, v. 8, n. 3, p.267-272, 09 jun. 2004. Disponível em: &lt;http://www.rbf-bjpt.org.br/files/v8n3/v8n3a13.pdf&gt;. Acesso em: 02 fev. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">[3] DESCONHECIDO. GyroGlove. Disponível em: &lt;http://gyrogear.co/gyroglove/&gt;. Acesso em: 09 fev. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">[4] DESCONHECIDO. Doença de Parkinson. Disponível em: &lt;http://www.doencadeparkinson.com.br/resumodp.htm&gt;. Acesso em: 23 fev. 2016.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto LIGO e as Ondas Gravitacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bárbara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 20:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[ondas gravitacionais]]></category>
		<category><![CDATA[projeto ligo]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Maycol Szpunar             Através de diversos experimentos mentais Einstein elaborava suas teorias e efetuava as construções matemáticas que descreviam estes experimentos. Muitos de seus experimentos e teorias só foram comprovadas posteriormente, como no caso &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2016/04/05/projeto-ligo-e-as-ondas-gravitacionais/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por: Maycol Szpunar</p>
<p style="text-align: justify">            Através de diversos experimentos mentais Einstein elaborava suas teorias e efetuava as construções matemáticas que descreviam estes experimentos. Muitos de seus experimentos e teorias só foram comprovadas posteriormente, como no caso da teoria da relatividade geral apresentada em 1915, onde devido a presença de uma massa em uma região do espaço, deforma essa região juntamente com o tempo, assim, atribuindo um novo sistema de coordenadas o espaço-tempo. Está teoria foi comprovada graças a um eclipse solar visto em dois lugares, um na África e outro aqui no Brasil em Sobral no estado do Ceará, graças ao eclipse, pode-se notar que a luz advinda de uma estrela muda sua trajetória na presença de uma massa nesse caminho, mas não é a massa que muda a trajetória da luz, pois a luz não possui massa, o que de fato faz este mudar de trajetória, é a distorção do espaço-tempo criada pela massa do astro que se encontra no caminho.</p>
<div id="attachment_1571" style="width: 266px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-1.jpg" rel="attachment wp-att-1571"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1571" class="size-medium wp-image-1571" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-1-256x300.jpg" alt="Curvatura do espaço-tempo alterando a trajetória da luz." width="256" height="300" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-1-256x300.jpg 256w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-1.jpg 264w" sizes="(max-width: 256px) 100vw, 256px" /></a><p id="caption-attachment-1571" class="wp-caption-text">Curvatura do espaço-tempo alterando a trajetória da luz.</p></div>
<p style="text-align: justify">             As teorias de Einstein sobre a gravitação foram favoráveis para o entendimento do nosso universo. Einstein queria de fato unificar a gravitação com as demais forças, e trabalhou até seus últimos dias nisso. Uma das últimas teorias levantadas por ele, seria a existência de ondas gravitacionais, onde a malha do espaço tempo sofre perturbações pelo ciclo criado pela aproximação de duas massas, essas ondas só poderiam viajar numa velocidade limite, definida pela teoria da Relatividade Restrita, que seria a velocidade da luz, essa teoria surgiu a partir de um experimento mental, que seria: “Se o Sol sumisse repentinamente, o que ocorreria com a Terra? Bom se o sol sumisse, Einstein supôs que formaria um “vácuo” no espaço-tempo, tal como uma cavitação, e devido a essa cavitação ser repentinamente preenchida, formaria uma onda no espaço-tempo que se deslocaria na velocidade da luz, assim a Terra só sentiria a ausência do sol após 8 minutos e 16 segundos que é o tempo que a luz leva para chegar até nós.</p>
<p style="text-align: justify">                Com a elaboração da teoria da relatividade geral, e com as interpretações de Einstein para o que seria a gravidade e da possível formação de ondas gravitacionais, iniciou-se um projeto de construção de um super-interferômetro, o projeto LIGO (<strong>Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser, </strong>do inglês: <em>Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory) </em>que foi fundado em 1992  por Kip Thorne e Ronald Drever do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) e Rainer Weiss do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). O projeto é patrocinado pela National Science Foundation (NSF), que teve custo de 365 milhões de dólares, sendo este o maior e mais ambicioso projeto da NSF, empregando mais de 900 cientistas de um grupo internacional contendo cerca de 40 instituições, onde desses cientistas 7 são brasileiros e 6 pertencem ao INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O LIGO é formado por dois detectores, um localizado na Louisiana e outro em Washington, esses detectores só começaram a opera em 2002, mas só entrou realmente em funcionamento a partir de 2010 após passar por reformas e também por superar os problemas com investidores.</p>
<p style="text-align: justify">              O LIGO nada mais é que um super-interferômetro, onde um LASER é posicionado a um determinado ângulo do detector de interferência e espelhos são posicionados em distâncias iguais a partir desse ponto. O LASER é refletido em parte pelo espelho semitransparente e em parte atravessa o mesmo, devido a isso eles seguem em 90º por caminhos diferente, que são refletidos de volta pelos espelhos e retornam para o mesmo espelho semitransparente. O Laser ao atravessar o espelho semitransparente de volta forma uma figura característica de interferência com a onda eletromagnética do LASER que percorreu o outro caminho, se houver qualquer vibração ou mudança no espaço-tempo, será detectada na figura de interferência. O LIGO se baseia nesse princípio de interferência e foi construído com espelhos posicionados a 4 km de distância do espelho semitransparente.</p>
<div id="attachment_1572" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-2.jpg" rel="attachment wp-att-1572"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1572" class="size-medium wp-image-1572" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-2-300x132.jpg" alt="A esquerda o observatório Louisiana e a direita o observatório em Washington" width="300" height="132" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-2-300x132.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-2-500x220.jpg 500w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-2.jpg 596w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-1572" class="wp-caption-text">A esquerda o observatório Louisiana e a direita o observatório em Washington</p></div>
<p style="text-align: justify">                Em 11 de fevereiro de 2016, o projeto LIGO anunciou a detecção de ondas gravitacionais a partir do sinal encontrado às 09h51 UTC de 14 de setembro de 2015 de dois buracos negros com cerca de 30 massas solares em processo de fusão, a 1,2 bilhão de anos-luz da Terra, a detecção demonstrou uma vibração incomum nas curvas de interferência, obtida nos dois detectores, e como no sistema é acoplado sismógrafos, descarta-se eventos sísmicos provando a detecção da variação do espaço-tempo criado pelo distúrbio gerado pelo processo de fusão dos buracos negros.</p>
<div id="attachment_1573" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-3.jpg" rel="attachment wp-att-1573"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1573" class="size-medium wp-image-1573" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-3-300x170.jpg" alt="Espectro de detecção obtida nos detectores LIGO. Nota-se que o espectro é semelhante para os dois entre os tempos de 0,9 a 1,0 segundo." width="300" height="170" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-3-300x170.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-3-500x284.jpg 500w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/04/figura-3.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-1573" class="wp-caption-text">Espectro de detecção obtida nos detectores LIGO. Nota-se que o espectro é semelhante para os dois entre os tempos de 0,9 a 1,0 segundo.</p></div>
<p style="text-align: justify">           A detecção só foi possível justamente por se tratar de dois astros supermassivos, que por estarem em rotação um em direção do outro, gera perturbações elevadas no espaço-tempo. Em projetos futuros será levado o detector para o espaço, em que os espelhos serão posicionados a distâncias para além de 20 km, que tornará o detector mais sensível a variações do espaço-tempo e espera-se com esse detector medir também a curvatura do mesmo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>                Referências:</strong></p>
<ol>
<li style="text-align: justify">El País “Ciência confirma a teoria das ondas gravitacionais de Albert Einstein”&lt;<a href="http://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/11/ciencia/1455201194_750459.html">http://brasil.elpais.com/brasil/2016/02/11/ciencia/1455201194_750459.html</a>&gt; acessado em março de 2016.</li>
<li style="text-align: justify">Figura 2 e 3 retiradas de: Wired “LIGO Ain’t a Gravitational Wave Detector—It’s an Observatory”&lt;<a href="http://www.wired.com/2016/02/ligo-aint-gravitational-wave-detector-observatory/">http://www.wired.com/2016/02/ligo-aint-gravitational-wave-detector-observatory/</a>&gt; acessado em março de 2016.</li>
<li style="text-align: justify">The New York Time &lt;<a href="http://www.nytimes.com/2016/02/12/science/ligo-gravitational-waves-black-holes-einstein.html?_r=0">http://www.nytimes.com/2016/02/12/science/ligo-gravitational-waves-black-holes-einstein.html?_r=0</a>&gt; acessado em março de 2016.</li>
<li style="text-align: justify">Figura 1 retira de: Prisma à luz da Física “Gravitação de Einstein” &lt;<a href="http://cftc.cii.fc.ul.pt/PRISMA/capitulos/capitulo1/modulo4/topico3.php">http://cftc.cii.fc.ul.pt/PRISMA/capitulos/capitulo1/modulo4/topico3.php</a>&gt; acessado em março de 2016.</li>
<li>FísicaNet “O Eclipse de 1919: A Comprovação da Teoria da Relatividade Geral”&lt;<a href="http://www.fisica.net/relatividade/o-eclipse-de-1919.php">http://www.fisica.net/relatividade/o-eclipse-de-1919.php</a>&gt; acessado em março de 2016.</li>
</ol>
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		<title>Parábolas: As curvas misteriosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2016 18:10:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[geometria]]></category>
		<category><![CDATA[ondas]]></category>
		<category><![CDATA[parábolas]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Gabriele Chomen             O estudo das ciências exatas vem sendo realizado, queira ou não, ainda de uma forma muito abstrata em sala de aula, onde vários conteúdos são abordados e desenvolvidos apenas teoricamente e com equações, não tendo sentido para os alunos &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2016/03/30/parabolas-as-curvas-misteriosas/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por: Gabriele Chomen</p>
<p style="text-align: justify">            O estudo das ciências exatas vem sendo realizado, queira ou não, ainda de uma forma muito abstrata em sala de aula, onde vários conteúdos são abordados e desenvolvidos apenas teoricamente e com equações, não tendo sentido para os alunos e até mesmo alguns professores. Esse processo de ensino-aprendizagem vem reforçar as dificuldades que muitos encontram em compreender os conteúdos trabalhados nessa disciplina. Mas se encontrássemos exemplos e aplicações, das teóricas seria menos abstrato, não?! É por este motivo que hoje iremos definir parcialmente o que é uma parábola e daremos algumas aplicações dela.</p>
<p style="text-align: justify">            Denominamos parábola ao lugar geométrico dos pontos de um plano que são equidistantes de uma reta dada d e de um ponto dado F, F ∉ d, do plano. O ponto F chama-se foco e a reta d chama-se diretriz da parábola. A distância entre F e d, que vamos representar por 2p, chama-se parâmetro da parábola. O ponto V da parábola, tal que dVF = p, é o vértice e a reta VF é denominada eixo da parábola (eixo de simetria da parábola).</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-I-1.jpg" rel="attachment wp-att-1552"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1552" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-I-1.jpg" alt="Imagem I" width="277" height="190" /></a></p>
<p style="text-align: justify">           As aplicações da parábola, em 3D(paraboloide) são inúmeras, como:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify">Ao ligar faróis de carro, os raios de luz, provenientes da lâmpada que se encontra no foco da parábola, incidem num espelho parabólico e são refletidos paralelamente ao eixo de simetria.</li>
</ul>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-II-1.jpg" rel="attachment wp-att-1553"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1553" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-II-1-300x98.jpg" alt="Imagem II" width="300" height="98" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-II-1-300x98.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-II-1.jpg 403w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<ul>
<li style="text-align: justify">Em Odeillo no sul da França, onde a incidência de luz do Sol é intensa, foi construído um grande espelho côncavo, que é usado como “forno solar”. Como a distância do Sol à Terra é de cerca de 150 milhões de quilômetros, quando o feixe de luz solar nos atinge, seus raios já estão praticamente paralelos. Portanto, ao se refletirem no espelho do forno solar, os raios desse feixe convergem para seu foco, onde haverá uma grande concentração de energia, tanto luminosa quanto térmica. Assim, no foco do espelho há uma elevação de temperatura e, nesse ponto, é colocado o dispositivo que irá utilizar a energia concentrada. Se a distância focal do espelho for 10 m, esse dispositivo deverá ser colocado a 10 m do vértice do espelho, ficando assim, exatamente sobre o foco.</li>
</ul>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-III-1.jpg" rel="attachment wp-att-1554"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1554" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-III-1-300x218.jpg" alt="Imagem III" width="300" height="218" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-III-1-300x218.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-III-1.jpg 333w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<ul>
<li style="text-align: justify">As antenas parabólicas, apesar de não refletirem luz, são espelhos. Elas são construídas para refletir ondas de radiofrequências, que tem comprimento de onda muito maior do que o da luz, com valores que variam de algumas centenas de metros até o mínimo de cerca de 0,3 m. Para esses comprimentos de onda, quase todas as superfícies são espelhos, mesmo que sejam cheias de buracos, como uma tela de arame. Se as ondas eletromagnéticas emitidas por um satélite, atingirem a antena parabólica ocorrerá a reflexão desses raios a um ponto chamado foco da parábola, onde está um aparelho receptor que converterá as ondas eletromagnéticas em um sinal que a TV transformará em ondas, que serão os programas que passam e as pessoas assistem diariamente.</li>
</ul>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV-1.jpg" rel="attachment wp-att-1555"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1555" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV-1-300x224.jpg" alt="Imagem IV" width="300" height="224" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV-1-300x224.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV-1-402x300.jpg 402w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-IV-1.jpg 461w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<ul>
<li style="text-align: justify">As pontes pênseis ou suspensas são aquelas que possibilitam os maiores vãos. Nelas o tabuleiro contínuo é sustentado por vários cabos metálicos ligados a dois cabos maiores que, por sua vez, ligam-se às torres de sustentação. Os cabos comprimem as torres de sustentação, que transferem os esforços de compressão para as fundações. Nas pontes pênseis os tirantes são espaçados regularmente, então a carga da ponte é uniformemente distribuída nos cabos e estes formam uma parábola.</li>
</ul>
<p><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-V-1.jpg" rel="attachment wp-att-1556"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1556" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-V-1-300x158.jpg" alt="Imagem V" width="300" height="158" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-V-1-300x158.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/03/Imagem-V-1.jpg 463w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">           Conclui-se que a  parábola é uma curva plana muito utilizada no dia-a-dia, embora na maioria das vezes passamos despercebido e não vemos que estamos utilizando dessa figura tão importante. Se mais exemplos fossem dados na sala de aula, talvez os alunos puderam observar mais a utilidade das parábolas, com grande surpresa! Se todos os conceitos fossem abordados desta forma os alunos não enfrentariam as aulas de exatas no ensino médio só para no fim falar: &#8220;Eu nunca irei usar isso mesmo!&#8221;.</p>
<p><strong>            Referências;</strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify">Ensino Fundamental: Função quadrática (Parábola). Disponível em: http://pessoal.sercomtel.com.br/matematica/fundam/eq2g/quadratica.htm. Acessado dia 08 de março</p>
<p style="text-align: justify">Parábolas. Disponivel em: http://www.rumoaoita.com/site/attachments/011_artigoconicascap3.pdf. Acessado dia 08 de março</p>
<p style="text-align: justify"> PAIVA, Manoel. Matemática. Vol. Ú. São Paulo. Editora Moderna, 1999.</p>
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		<title>Buraco negro: O fim de uma vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vinicius]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2016 09:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Buraco negro]]></category>
		<category><![CDATA[Cosmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Estrela]]></category>
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					<description><![CDATA[Barbará de Almeida           Será que entrar em um Buraco Negro é emitir certificado de óbito? Alguns leitores talvez respondam: “Não sei, o que é um buraco negro?”. A resposta é simples, um buraco negro é &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2016/02/18/buraco-negro-o-fim-de-uma-vida/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="text-align: right" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Barbará de Almeida</span></span></p>
<div id="attachment_1504" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/02/Buraco-negro.jpg" rel="attachment wp-att-1504"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1504" class="size-medium wp-image-1504" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/02/Buraco-negro-300x190.jpg" alt="Representação de um buraco negro. Fonte: NASA" width="300" height="190" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/02/Buraco-negro-300x190.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/02/Buraco-negro.jpg 345w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a><p id="caption-attachment-1504" class="wp-caption-text">Representação de um buraco negro. Fonte: NASA</p></div>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY">
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY">
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">          Será que entrar em um Buraco Negro é emitir certificado de óbito? Alguns leitores talvez respondam: “Não sei, o que é um buraco negro?”. A resposta é simples, um buraco negro é uma estrela supermassiva que colapsou. Bom&#8230; Talvez não seja tão simples assim, para entender como um buraco negro surge, é recomendável à estes leitores, ler o texto <span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"><b>Estrela: A história de uma vida </b></span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">(disponível em:</span></span> <span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2015/09/18/estrela-a-historia-de-uma-vida/">http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2015/09/18/estrela-a-historia-de-uma-vida/</a> ).</span></span>          </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">          Sabendo agora que um buraco negro é um ponto de gravidade pura, cujo qual nem mesmo a luz pode escapar, podemos entender melhor sobre seu funcionamento, divisão e o que acontece em cada parte.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">        A fronteira que delimita um buraco negro é denominada horizonte de eventos. De forma geral ele é eletricamente neutro e possui rotação, tendendo a arrastar o espaço-tempo no sentido desta. Partículas orbitando-o traçam uma trajetória relativa ao seu movimento, distante do horizonte de eventos o efeito é pequeno, mas perto dele existe uma região chamada ergosfera, tudo o que entrar nesta região é obrigado a girar no mesmo sentido do buraco até ser sugado por ele.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">          Por muito tempo pensou-se que tudo que “engolido” pelo buraco negro desaparece sem deixar resquícios de sua existência. No entanto, de acordo com a Mecânica Quântica algo nunca será totalmente destruído nem mesmo se entrar em um Buraco Negro. </span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">           Tentando resolver esta incógnita, no dia 25 de Agosto de 2015, durante o </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"><i>Hawking Radiation conference</i></span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">, o Professor Dr. Stephen Hawking propôs uma nova ideia, onde a informação sugada pelo Buraco Negro deixa uma espécie de holograma em 2D no seu horizonte (ponto máximo para ir sem ser engolido). Dando uma certa esperança àqueles que possam sofrer essa abdução.</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Fontes:</span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Into a Black Hole. Disponível em: <a href="http://www.hawking.org.uk/into-a-black-hole.html">http://www.hawking.org.uk/into-a-black-hole.html</a> </span></span><span style="color: #00000a"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">. Acesso em: 11 de setembro de 2015.</span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Stephen Hawking&#8217;s New Black Hole Theory: Scientists Remain Unconvinced</span></span><span style="font-size: medium">. </span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Disponível em: </span></span><a href="http://www.space.com/24454-stephen-hawking-black-hole-theory.html"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">http://www.space.com/24454-stephen-hawking-black-hole-theory.html</span></span></a><span style="color: #00000a"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">. Acesso em: 11 de setembro de 2015.</span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Stephen Hawking: &#8216;If you feel you are in a black hole, don’t give up. There’s a way out.&#8217; </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Disponível em: </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"><a href="http://www.theguardian.com/science/2015/aug/25/black-holes-way-out-stephen-hawking">http://www.theguardian.com/science/2015/aug/25/black-holes-way-out-stephen-hawking</a>.</span></span><span style="color: #00000a"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium"> Acesso em: 11 de setembro de 2015.</span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Hawking offers new solution to black hole mystery</span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">. </span></span><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Disponível em: </span></span><a href="https://www.kth.se/en/aktuellt/nyheter/hawking-offers-new-solution-to-black-hole-mystery-1.586546"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">https://www.kth.se/en/aktuellt/nyheter/hawking-offers-new-solution-to-black-hole-mystery-1.586546</span></span></a><span style="color: #00000a"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">. Acesso em: 11 de setembro de 2015</span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Buraco Negro. Disponível em: </span></span><a href="http://www.observatorio.ufmg.br/pas19.htm"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">http://www.observatorio.ufmg.br/pas19.htm</span></span></a><span style="color: #00000a"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">. Acesso em: 01 de fevereiro de 2016.</span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Buracos Negros Estelares. Disponível em: </span></span><a href="http://www.if.ufrgs.br/~thaisa/bn/07_bn_estelares.htm"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">http://www.if.ufrgs.br/~thaisa/bn/07_bn_estelares.htm</span></span></a><span style="color: #00000a"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">. Acesso em: 01 de fevereiro de 2016</span></span></span></p>
<p class="western" style="text-align: justify" align="JUSTIFY"><span style="font-family: Arial, serif"><span style="font-size: medium">Horizonte de Eventos. Disponível em: <a href="http://www.ift.unesp.br/users/matsas/horizonte.pdf">http://www.ift.unesp.br/users/matsas/horizonte.pdf</a> . Acesso em: 01 de fevereiro de 2016.</span></span></p>
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		<title>Peixes nascem esperando água e humanos nascem esperando cultura.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[paulohenrique]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 20:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Extensão]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
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					<description><![CDATA[            Os seres humanos em geral gostam de pensar que somos a espécie mais inteligente do Universo, mas nunca ninguém listou especificamente o conceito de inteligência. Talvez porque não há um protótipo de inteligência, ela deriva de varias categorias. Como &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2015/08/28/peixes-nascem-esperando-agua-e-humanos-nascem-esperando-cultura/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/08/Imagem-I3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1207 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/08/Imagem-I3.jpg" alt="Imagem I" width="204" height="204" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/08/Imagem-I3.jpg 204w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/08/Imagem-I3-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 204px) 100vw, 204px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">            Os seres humanos em geral gostam de pensar que somos a espécie mais inteligente do Universo, mas nunca ninguém listou especificamente o conceito de inteligência. Talvez porque não há um protótipo de inteligência, ela deriva de varias categorias. Como por exemplo, pássaros e esquilos são inteligentes pela qualidade de memorização, uma vez que comparados a nós eles tem mais domínio de onde deixaram seus alimentos; Primatas são bons em entender espaço físicos, a noção que eles tem sobre lugar por exemplo não se deixa passar muito longe da noção que crianças humanas tem sobre o mesmo. Imagine que uma criança nasce e é criada como um humano normal, na sua família, frequentando coisas sociais, tendo sim uma cultura e se por um acaso uma segunda criança fosse para uma ilha sem civilização ao seu redor, e assim deixada&#8230; anos depois, já na idade adulta se fossemos “checar” como elas estarão concluiríamos que os comportamentos serão diferentes, uma vez que a criança da ilha teria comportamento mais parecido com o de um primata, enquanto que a criança deixada em sociedade cresceu desenvolveu seu processo social, tendo em vista novos recursos que sozinha não teria, ela teria realmente alcançando uma vida mais pratica que a da pessoa da ilha. Ou seja o ser humano precisa de uma cultura, ferramentas de linguagem, pois se a cultura não houver a “inteligência natural humana” não se desenvolve. O ser humano, longe de qualquer tipo de questões biológicas apenas filosóficas se difere dos animais pela capacidade de transformar a própria natureza, de tal modo de transformá-la que assim transforma a si mesmo. O homem é por si só único, e o que nos diferencia é o nosso processo de que conseguimos trabalhar em grupo, assim tendo novos recursos que não teríamos sozinhos, tendo uma cultura!</p>
<p style="text-align: justify">            Agora imagine que para nos ser humanos é ter cultura, mas as culturas se diferem&#8230; as maneiras de conviver mudam de grupos para grupos conforme a tradição se modifica, mas é bobeira achar que sua cultura é mais favorecida que de outros grupos com diferentes tradições. Uma vez que para qualquer marca de cultura encontramos humanos pois é na nossa essência onde achamos a cultura, algo que anda lado a lado com nossa habilidade para cooperar.</p>
<p style="text-align: justify">            Em questões biológicas os seres humanos tem mostrado como são especiais, pois há 50.000 anos tínhamos os mesmos corpos e cérebros que hoje em dia temos. Mas ainda não tínhamos algo que pudesse ser chamado de arte e nossos artefatos estavam limitados aos funcionais — ferramentas de pedra para a caça e abate, por exemplo. Tudo mudara em torno de 40 mil anos atrás, quando o registro arqueológico mostra um florescimento magnífico e repentino de arte, incluindo até mesmo instrumentos musicais.  Foi a evolução cultural o que nos superou em ordens de magnitude a evolução genética! Em seguida, veio a transição do caçador/coletor para o desenvolvimento da agricultura, e em seguida sugiram as cidades, mercados, governos, religião e guerra. A Revolução Industrial expandiu as cidades em megalópoles, impulsionando a nossa espécie para todo o mundo (e potencialmente desastroso) dominação, até mesmo para chegar à Lua e rumo aos planetas. E aos poucos a mente humano tem se estendido para o universo mais amplo, e muito além das limitações de tempo de uma vida humana. Temos noção hoje do quão pequenos somos em questões de universo, e que o mundo é uma minúscula partícula orbitando uma pequena estrela entre algumas centenas de bilhões de estrelas, em uma galáxia média entre algumas centenas de bilhões de galáxias. Sabemos que o mundo começou a 4,6 bilhões de anos, e o universo 13,8 bilhões. Entendemos o processo de nossa evolução e que vida tem como base o DNA.</p>
<p style="text-align: justify">            Há muitas coisas que ainda não compreendemos, mas estamos trabalhando nisso. E o desejo de fazê-lo é talvez a mais inspiradora de todas as qualidades únicas que nos tornam humanos. Até por que em algum lugar, há em algum lugar algo incrível está esperando para ser descoberto.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/08/Imagem-II2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1208 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/08/Imagem-II2-300x169.jpg" alt="Imagem II" width="300" height="169" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/08/Imagem-II2-300x169.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2015/08/Imagem-II2.jpg 307w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></p>
<p style="text-align: justify">           Outras culturas, outros meios de viver, outras formas de vida; Já que na síntese da descrição o que nos torna humanos é ter um cultura solida, seriam eles não-humanos?!</p>
<p style="text-align: justify">Autora: Gabriele Chomen Costa</p>
<p>           Referências</p>
<p><a href="http://www.paulopes.com.br/2014/01/dawkins-escreve-sobre-o-que-nos-torna-humanos.html#.Vb1KurNVikp">http://www.paulopes.com.br/2014/01/dawkins-escreve-sobre-o-que-nos-torna-humanos.html#.Vb1KurNVikp</a></p>
<p><a href="http://www.momentumsaga.com/2012/09/o-que-nos-torna-humanos.html">http://www.momentumsaga.com/2012/09/o-que-nos-torna-humanos.html</a></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/UniversoRacionalista/videos/820028368114055/?pnref=story">https://www.facebook.com/UniversoRacionalista/videos/820028368114055/?pnref=story</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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