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	<title>evolução &#8211; Grupo PET Física &#8211; UNICENTRO</title>
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		<title>Seriam as aves modernas descendentes dos dinossauros?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Henry]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jul 2017 03:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Aves]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Seriam as aves modernas descendentes dos dinossauros? Essa é uma discussão que vem sendo debatida Há muito tempo pela paleontologia. Ainda mais com a recente descoberta de um fóssil com um nível de preservação muito alto, encontrado em uma &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2017/07/21/seriam-as-aves-modernas-descendentes-dos-dinossauros/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: times new roman,times,serif">Seriam as aves modernas descendentes dos dinossauros? Essa é uma discussão que vem sendo debatida Há muito tempo pela paleontologia. Ainda mais com a recente descoberta de um fóssil com um nível de preservação muito alto, encontrado em uma Resina fóssil chamada “Âmbar”. Este fóssil foi encontrado na província de Kachin Proximo a China e datado de aproximadamente 99 milhões de anos, sendo este o primeiro fóssil que conseguiu preservar restos de um dinossauro com penas, já que anteriormente foram encontradas somente penas de maneira isoladas em âmbar, ao contrario de fósseis minerais aos quais tínhamos indivíduos de transição completos</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-size: small"><img loading="lazy" decoding="async" class="irc_mi aligncenter" src="https://www.extremetech.com/wp-content/uploads/2016/12/amber-640x353.jpg" alt="Image result for feather preserved in amber" width="412" height="232" /></span><span style="font-family: times new roman,times,serif"> O Fóssil apresenta a conservação de penas do rabo de um pequeno animal e segundo estudo realizado utilizando tomografia computadorizada o animal pertence ao grupo “Coelurosauria”, um grupo muito amplo que abrange desde o famoso T-Rex até o pardalzinho presente em seu quintal</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-size: small"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2017/07/a.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-3588 aligncenter" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2017/07/a-300x277.jpg" alt="" width="300" height="277" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2017/07/a-300x277.jpg 300w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2017/07/a-325x300.jpg 325w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2017/07/a.jpg 683w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="color: #333333;font-family: times new roman,times,serif">Para ajudar em nossa discussão, temos mais uma descoberta, que Se trata exatamente do fóssil completo do arqueoptérix, um bicho emplumado, de 35 centímetros de comprimento. Caiu como uma luva no meio desse debate e acabou sendo considerado o elo perdido entre aves e répteis. Ou, como ainda afirmam alguns cientistas, a mais antiga ave que se conhece</span></p>
<p class="western" align="justify"><img loading="lazy" decoding="async" class="irc_mi aligncenter" src="https://4.bp.blogspot.com/-4VMUUuRGhWA/UflkUVdFV9I/AAAAAAAAEM8/1AezrbsFAnI/s1600/Fossil+de+arqueopterix.jpg" alt="Image result for Fóssil completo do arqueoptérix" width="316" height="414" /></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: times new roman,times,serif;color: #333333"> Assim segundo o palentologo Diógenes de Almeida Campos, responsável pelo setor de Paleontologia do Departamento Nacional de Produção Mineral, no Rio de Janeiro, “o arqueoptérix era, de fato, um dinossauro, de onde, provavelmente as aves se originaram. Foi só no Cretáceo que elas adquiriram as características de aves como as conhecemos hoje: sangue quente, ausência de dentes e corpo coberto de penas”.</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: times new roman,times,serif;color: #333333"> Somado a outras evidências que se acumulam, sobretudo a partir da década passada, apontam para uma conclusão: anatomicamente, as aves pertencem à árvore genealógica dos dinossauros. Dando cada vez mais força a esta teoria, e deixando um pouco de lado, a parte que afirma que as aves evoluíram de repteis, mas de maneira paralela aos dinossauros. Assim podemos afirmar nesse momento que “as aves modernas, são um grupo de dinossauros extremamente especializados”.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: times new roman,times,serif;color: #333333"><em>Texto por: Gabriel Grube dos Santos<br />
</em></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: times new roman,times,serif;color: #333333"><strong><span lang="en-US">Referências:</span></strong></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: times new roman,times,serif;color: #333333"><span lang="en-US">[1] Xing, Lida, et al. <strong>&#8220;A feathered dinosaur tail with primitive plumage trapped in Mid-Cretaceous amber.&#8221;</strong> </span><i>Current Biology</i></span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: times new roman,times,serif;color: #333333">[2] Pirula. <strong>Dinossauro no âmbar (com penas)</strong>. Disponível em: &lt;https://www.youtube.com/watch?v=SuFC6k44wbU&amp;t=260s&gt;. Acesso em: 01 Julho de 2017.</span></p>
<p class="western" align="justify"><span style="font-family: times new roman,times,serif;color: #333333">[3] Zanchetta, Maria Inês; Franco, Vera; Revista SUPERINTERESSANTE. <b>P</b><strong>arentesco com as aves: A nova face dos dinossauros</strong>. Publicado em 30 jun 1993, 22h00. Disponível em:&lt;http://super.abril.com.br/ciencia/parentesco-com-as-aves-a-nova-face-dos-dinossauros/&gt;. Acesso em 01 Julho. 2017.</span></p>
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		<title>Charles Darwin (1809 &#8211; 1882)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bárbara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Nov 2016 03:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cientista Da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Diana]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[evolucionismo]]></category>
		<category><![CDATA[seleção natural]]></category>
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					<description><![CDATA[             Charles Darwin nasceu em Shrewsbury, Inglaterra, no dia 12 de fevereiro de 1809. Desde pequeno demonstrou interesse em observar animais. Com 16 anos ingressou na Universidade de Edimburgo, porém três anos depois foi para &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2016/11/08/2792/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/11/1-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-2793 alignleft" src="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/11/1-1-195x300.jpg" alt="1" width="195" height="300" srcset="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/11/1-1-195x300.jpg 195w, https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/files/2016/11/1-1.jpg 249w" sizes="auto, (max-width: 195px) 100vw, 195px" /></a>             Charles Darwin nasceu em Shrewsbury, Inglaterra, no dia 12 de fevereiro de 1809. Desde pequeno demonstrou interesse em observar animais. Com 16 anos ingressou na Universidade de Edimburgo, porém três anos depois foi para Cambridge. Durante este tempo teve intenção de se tornar religioso, mas não concordava com algumas idéias que a igreja apresentava.</p>
<p style="text-align: justify">               Em Cambridge, participou de palestras sobre botânica e varias excursões, geralmente organizadas por John Stevens Henslow, clérigo, geólogo e botânico.</p>
<p style="text-align: justify">       Quando seu pai faleceu, Darwin herdou inúmeras propriedades, a ponto de não precisar mais trabalhar.</p>
<p style="text-align: justify">            Após terminar sua graduação, aceitou um cargo não remunerado como naturalista em uma expedição que durou cerca de cinco anos a bordo do bergantim “Beagle”. Nesta viagem que começou em dezembro de 1831 e terminou em outubro de 1836, Darwin visitou a América do Sul, a Austrália, a Nova Zelândia. Ele coletou várias amostras de rochas, fósseis, aves, insetos, até mesmo de animais grandes que ele empalhava. Foi durante esta viagem que conheceu a ilha de Galápagos e seus animais que pareciam sobreviventes da época pré-histórica.</p>
<p style="text-align: justify">                Na volta desta viagem, Darwin estava crente que as espécies evoluíam. Então, ele publicou a obra &#8220;Zoologia da Viagem do Beagle&#8221;, onde classificava as espécies encontradas durante a viagem.</p>
<p style="text-align: justify">               Casou-se com sua prima Emma Darwin em 29 de janeiro de 1839. Juntos tiveram 10 filhos, porém 3 morreram prematuramente.</p>
<p style="text-align: justify">            Darwin trabalhou por anos em sua teoria sobre a evolução e sua principal obra &#8220;Sobre a Origem das Espécies por meio da Seleção Natural&#8221; foi publicada 20 anos após seu retorno da viagem. Foram produzidos 1250 exemplares que possuíam 502 páginas, esgotados em um dia de vendas.</p>
<p style="text-align: justify">             Charles Darwin morreu em Downe, Inglaterra, no dia 19 de abril de 1882, devido a um ataque cardíaco. Seu corpo foi enterrado na Abadia de Westminster, em Londres.</p>
<p style="text-align: justify">                 Referências:</p>
<p><strong>Charles Darwin: Biografia e Vida.</strong> Disponível em: &lt;https://www.ebiografia.com/charles_darwin/&gt;. Acesso em: 31 out. 2016.</p>
<p><strong>Charles Darwin.</strong> Disponível em: &lt;http://www.sohistoria.com.br/biografias/darwin/&gt;. Acesso em: 31 out. 2016.</p>
<p><strong>História de Charles Darwin.</strong> Disponível em: &lt;http://www.pucsp.br/pos/cesima/schenberg/alunos/marcelmarques/história.htm&gt;. Acesso em: 31 out. 2016.</p>
<p>Autora do texto: Diana M. N. Thomen</p>
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		<title>Prêmio Nobel em Física &#8211; 1983</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bárbara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2016 03:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Prêmio Nobel]]></category>
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		<category><![CDATA[nobel]]></category>
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					<description><![CDATA[O Prêmio Nobel de Física 1983 dividiu-se igualmente entre Subramanyan Chandrasekhar &#8220;por seus estudos teóricos dos processos físicos de importância para a estrutura e evolução das estrelas&#8221; e William Alfred Fowler &#8220;por seus estudos teóricos e experimentais das reações nucleares &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2016/07/04/premio-nobel-em-fisica-1983/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">O Prêmio Nobel de Física 1983 dividiu-se igualmente entre Subramanyan Chandrasekhar &#8220;por seus estudos teóricos dos processos físicos de importância para a estrutura e evolução das estrelas&#8221; e William Alfred Fowler &#8220;por seus estudos teóricos e experimentais das reações nucleares de importância em A formação dos elementos químicos no universo &#8220;.</p>
<p>Para mais informações acesse <a href="http://sites.unicentro.br/wp/petfisica/atividades/nobel-em-fisica/2001-2005/">aqui</a>.</p>
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		<title>Física, por quê?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bárbara]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Apr 2016 10:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ensino]]></category>
		<category><![CDATA[evolução]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
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					<description><![CDATA[Por: Diana Maria Navroski Thomen                 Desde os primórdios, os homens tentam compreender a natureza, o seu destino e a utilidade de tudo o que nela existe.             &#8230; <a class="more-link" href="https://sites.unicentro.br/wp/petfisica/2016/04/23/fisica-por-que/">Continuar lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right">Por: Diana Maria Navroski Thomen</p>
<p style="text-align: justify">                Desde os primórdios, os homens tentam compreender a natureza, o seu destino e a utilidade de tudo o que nela existe.</p>
<p style="text-align: justify">                  Durante o passar do tempo este estudo foi evoluindo coma ajuda de vários cientistas como Arquimedes, Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, Isaac Newton, Albert Einstein, dentre muitos outros. Estas pessoas contribuíram para formar o conjunto de conhecimentos que hoje chamamos de Física.</p>
<p style="text-align: justify">                      “A Física é a ciência que estuda o Universo e procura explicação para os seus segredos, bem como as interações entre a energia e a matéria.” Pensando nessa ciência como o estudo de tudo ao redor da humanidade, faz-se necessário que este conhecimento seja acessível a todas as pessoas, assim também presente na escola, onde a maioria dos cidadãos aprendem o conhecimento básico para a convivência em sociedade.</p>
<p style="text-align: justify">                    Mas, se o universo tá ai, pronto, porque o conhecimento em torno dele é algo básico para a convivência em sociedade?</p>
<p style="text-align: justify">                     A nossa sociedade está em uma constante evolução relacionada à tecnologia, que hoje tornou-se necessário para tudo. Esta evolução se dá graças ao estudo da natureza, e o conhecimento da utilidade do que nela existe. Um exemplo disso são os celulares e computadores que a cada dia são reinventados e atualizados, e que facilitam tanto o acesso a informação como a comunicação entre as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify">              Além disso o estudo relacionado a ondas eletromagnéticas facilitaram em especial a comunicação, onde pode-se enviar qualquer mensagens, e esta é rapidamente entregue a um destinatário que pode estar no outro lado do planeta. Este estudo também contribuiu para a criação do micro-ondas, aparelho que hoje pode ser encontrado na maioria das residencias.</p>
<p style="text-align: justify">                  Ainda tendo em mente o avanço na tecnologia, podemos pensar na medicina, a qual utiliza de vários dispositivos como o raio-x ou ressonância magnética para obtenção de informações sobre o estado clínico de um paciente. Estes dois equipamentos utilizam de conceitos básicos relacionados a física. Ainda na medicina, o estudo em torno da radiação ajudou para a criação da radioterapia, tratamento usado em pacientes com câncer.</p>
<p style="text-align: justify">                    Todos estes equipamentos essenciais para o nosso dia a dia, e muitos outros que podem ser citados como eletroímãs, microscópios, telescópios, aparelhos de televisão, entre outros, são frutos do estudo aprofundado em alguma área específica da física.</p>
<p style="text-align: justify">                   Como nos dias de hoje, estes aparelhos e equipamentos são comuns, é necessário que as pessoas tenham conhecimentos a cerca de temas como, magnetismo, eletricidade, ondulatória, entre vários outros que se encontram na física, para que os mesmo compreendam tanto o mundo a sua volta quanto os novos recursos e objetos adicionados ao seu cotidiano.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>                   Referências:</strong></p>
<p style="text-align: justify">DESCONHECIDO. Cursos de graduação. Disponível em: &lt;http://www2.unicentro.br/cursos-de-graduacao/&gt;. Acesso em: 05 abr. 2016.</p>
<p style="text-align: justify">DESCONHECIDO. História da Física. Disponível em: &lt;http://www.sofisica.com.br/conteudos/HistoriaDaFisica/indice.php&gt;. Acesso em: 05 abr. 2016.</p>
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